Esta semana está calma, até agora não foi revelado nenhum escândalo, nenhuma nova revelação.Amanhã será uma tortura, muita angústia para a Dilma e o PT, o feriadão está terminando, e quem sabe se ela pudesse emendaria a semana com o dia de São Jorge, já que o dia de Santo Expedito caiu no sábado de aleluia.
Oh céus!!! Oh Vida!!! Quem poderá salvar o desgoverno da Dilma?
A Copa das Copas ?
Estádios e obras inacabadas, sem contar com a ira de São Francisco,cuja transposição do rio que leva seu nome até agora não saiu do palanque, mas a grana ninguém sabe ninguém viu.
De concreto o governo lulopetista só construiu o Porto de Mariel em Cuba, e está construindo uma usina na Nicarágua, a Venezuela está um caos, os zumbís de Havana estão no comando, e o nosso governo democrático que vive falando de direitos humanos,tortura nunca mais, comissão da verdade, não diz uma só palavra a respeito, sem falar da Ucrânia sitiada pela coletividade de ursos russos devidamente orquestrados pelo rato branco Putin que anda dando mostras de suas verdadeiras intenções já demonstradas na Siria e agora com o país vizinho.
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E por falar em Ucrania, me fez lembrar CHERNOBIL:
Na manhã do dia 26 de Abril de 1986 ocorreu aquilo o que agora é
considerada a maior catástrofe tecnológica - explosão do quarto reator
da usina nuclear de Chernobil. Como resultado da explosão foi liberado
400 vezes mais radioativos do que no bombardeiro de Hiroshima.
A UCRÂNIA , poderia reverter essa situação, e cobrar uma indenização bilionária da Rússia por essa hecatombe ocorrida em solo ucraniano quando ainda fazia parte da extinta URSS.
Os eliminadores da catástrofe construíram muito rápido o sarcófago (uma
espécie de "caixão" de betão, aço e chumbo), fiável para aquela hora,
que impediu a propagação de substâncias radioativas dos destroços.
Autoridades soviéticas ficaram com a ideia de substituir o sarcófago
para um novo depois de 20 anos, mas nada foi feito Agora o sarcófago está a destruir-se gradualmente, a sua superfície
coberta com rachaduras, cuja largura é suficiente para que um rato
pudesse entrar.
Para construir o novo sarcófago é preciso mais de 2 bilhões de dólares. A
Ucrânia não tem este dinheiro.
A União Europeia tem ou tinha uma estratégia de desenvolvimento para a região de Chernobil.
Por isso acho, que na minha santa ignorância, a UCRÃNIA deveria rever conceitos e botar a RÚSSIA no pau.
Obs -Mais uma curiosidade sobre CHERNOBIL:
O acidente nuclear de Chernobil ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Usina Nuclear de Chernobil (originalmente chamada Vladimir Ilyich Lenin) na Ucrânia (então parte da União Soviética). É considerado o pior acidente nuclear da história, produzindo uma nuvem de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia e Reino Unido, com a liberação de 400 vezes mais contaminação que a bomba que foi lançada sobre Hiroshima. Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia foram muito contaminadas, resultando na evacuação e reassentamento de aproximadamente 200 mil pessoas.
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domingo, 20 de abril de 2014
domingo, 14 de abril de 2013
A INFLUÊNCIA E O PODER DE TATCHER -Por Maria Lúcia Victor Barbosa
A influência e o poder de Thatcher
Foto do The Telegraph
Por Maria Lúcia Victor Barbosa
Na
Inglaterra, onde se originaram fenômenos políticos, econômicos, sociais e
culturais capazes de influenciar o mundo, a rainha Elizabeth I, a rainha
Vitória e Margaret Thatcher foram mulheres notáveis que frente ao poder dele
souberam se desincumbir com rara maestria.
Margaret Thatcher
faleceu dia 8 deste abril, aos 87 anos, deixando um legado extraordinário. Sua
firmeza, coragem e competência lhe acarretaram o ódio da esquerda e dos
sindicatos que ela colocou de joelhos, mas a única mulher que se tornou primeira-ministra
da Inglaterra e governou seu país por mais de 11 anos, nunca esmoreceu diante
dos desafios e dificuldades. Como ela disse certa vez: “Eu não sou uma política
de consenso”. “Eu sou uma política de convicções”.
Diferente da
nobreza por sua origem plebeia, Thatcher proveio de um ambiente modesto. Saiu
da lower middle class, sendo filha de um merceeiro e de uma costureira. Estudou
em escola pública, o que não a impediu de conseguir uma bolsa de estudos que
lhe permitiu fazer brilhantes estudos de química em Oxford antes de se
encaminhar para o Direito, tornando-se depois especialista em questões fiscais.
Em 1959, depois de
duas derrotas, foi eleita para a Câmara dos Comuns. Dois anos depois se tornou
subsecretária de Estado para Questões Sociais. Em 1970 assumiu a pasta da
Educação. Em 1975 se tornou líder do Partido Conservador, eleita pelos 276
deputados conservadores da Câmara dos Comuns. E a partir de1979 até o final de
1990, governou a Inglaterra como primeira-ministra tendo ganhado três eleições
com ampla maioria.
Quando assumiu o
comando da Inglaterra, Thatcher enfrentou um cenário economicamente muito
difícil. O PT da Inglaterra, Partido trabalhista, seguindo a tradição
socialista elevava os gastos públicos, recorria ao aumento dos salários,
incrementava a estatização. Isto em meio a uma inflação de 25%, um crescimento
pífio da economia e um milhão de desempregados, o que acarretava ondas de
greves no setor público, deixava os políticos imobilizados e paralisava ainda
mais a economia do país que sucumbia ao esquerdismo dos sociais-democratas e
desenvolvimentistas.
Como analisou
Gustavo Patu (Folha de S. Paulo – 09/04/2013): “A escalada dos gastos públicos
elevava a inflação, a carga tributária e enfraquecia as empresas”. “A
debilidade era enfrentada com proteção à Indústria e aos salários, demandando
mais gastos e criando um ciclo vicioso”.
Thatcher partiu
para o ideário liberal e pôs a casa em ordem. Enfrentou os sindicatos,
privatizou e só deixou sobreviver setores produtivos que fossem lucrativos.
Além disso, criou agências reguladoras fortes e independentes, priorizou a
Educação e a Saúde.
A revolução liberal
de Tatcher não só obrigou o Partido Trabalhista a se render a dogmas liberais,
o que foi chamado de New Labour, como influenciou a transformação da esquerda
em todo mundo. Inclui-se o governo tucano de FHC e, atualmente o governo
petista com suas canhestras tentativas de privatizações apelidadas de
concessões, sendo que o PT faz lembrar a letra de uma música de Alceu Valença:
“nós somos cópias mal feitas”.
Ainda no plano
externo Thatcher teve papel decisivo na derrocada da URSS e na queda do Muro de
Berlim ao influenciar Mikhail Gorbatchov. Foi, portanto, peça fundamental numa
parceria com o presidente norte-americano, Ronald Reagan, na importante vitória
ocidental da guerra fria.
Outro episódio que
demonstrou sua coragem e determinação ocorreu na guerra das Ilhas Falklands,
promovida pela Argentina de modo grotesco e trágico. O Exército argentino se
rendeu quase sem luta e quando o conflito terminou a frustração popular se
voltou contra o governo Galtieri. De forma oposta, na Inglaterra o governo de
Margaret Tatcher recebeu estrondosa vitória eleitoral.
Que Cristina Kirchner
pense duas vezes antes de prosseguir com sua patacoada com relação às
Falklands.
Afirma, contudo,
Roberto Simon (O Estado de S. Paulo, 09/04/2013), que Margaret Thatcher, “em
sua autobiografia, ao se questionar sobre o principal feito de sua vida, não
menciona a guerra das Falklands ou a mudança das bases da economia britânica,
mas uma garota judia, Edith Muhlbauer, que ela ajudou salvar da brutal
perseguição aos judeus e levar para a Grã-Bretanha quando Hitler anexou a
Áustria, em 1938”. Posteriormente Edith veio para o Brasil e constituiu
família. Diz sua filha, Betina Nokleby, que a família Thatcher salvou a vida de
sua mãe.
No Brasil, com mais
de 10 anos no Poder, o PT institucionalizou a corrupção e agravou a
meritofobia. A primeira mulher presidente do país tornou-se não a mãe do PAC,
mas a mãe da inflação e dos pibinhos. Isso significa que não basta ser mulher
para automaticamente brilhar no poder. Tanto mulheres quanto homens, para
governar têm que ser competentes, honestos e ter visão de bem comum. Isto Lady
Thatcher tinha de sobra.
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