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domingo, 20 de abril de 2014

Varre, varre,varre vassourinha! Varre, varre a bandalheira! Que o povo já 'tá cansado De sofrer dessa maneira

Esta semana está calma, até agora não foi revelado nenhum escândalo, nenhuma nova revelação.Amanhã  será uma  tortura, muita angústia para a Dilma e o  PT, o feriadão  está terminando, e quem sabe se ela pudesse emendaria a semana com o dia de São Jorge, já que o dia de Santo  Expedito caiu  no  sábado de aleluia.
Oh céus!!!   Oh  Vida!!! Quem poderá salvar o  desgoverno da Dilma?
A Copa das Copas ?
Estádios e  obras inacabadas, sem contar com a  ira de  São Francisco,cuja transposição do rio  que  leva seu nome até agora  não saiu do  palanque, mas a grana ninguém sabe  ninguém viu.
De concreto o governo lulopetista só construiu o Porto de Mariel em  Cuba, e está construindo  uma usina na Nicarágua, a Venezuela  está um caos, os zumbís de Havana  estão  no  comando, e o  nosso governo  democrático que vive   falando de direitos humanos,tortura nunca mais, comissão da verdade, não diz  uma  só palavra a respeito, sem falar da Ucrânia  sitiada  pela  coletividade de ursos russos devidamente orquestrados pelo  rato branco  Putin que anda  dando mostras de suas verdadeiras  intenções já demonstradas na Siria e agora com o país vizinho.

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E por falar em Ucrania, me fez lembrar CHERNOBIL:
Chernobil: cinco fatos
Na manhã do dia 26 de Abril de 1986 ocorreu aquilo o que agora é considerada a maior catástrofe tecnológica - explosão do quarto reator da usina nuclear de Chernobil. Como resultado da explosão foi liberado 400 vezes mais radioativos do que no bombardeiro de Hiroshima. 

A  UCRÂNIA , poderia reverter essa  situação, e cobrar uma  indenização  bilionária  da Rússia por essa hecatombe  ocorrida em solo ucraniano quando  ainda  fazia  parte da extinta URSS.
Os eliminadores da catástrofe construíram muito rápido o sarcófago (uma espécie de "caixão" de betão, aço e chumbo), fiável para aquela hora, que impediu a propagação de substâncias radioativas dos destroços. Autoridades soviéticas ficaram com a ideia de substituir o sarcófago para um novo depois de 20 anos, mas nada foi feito Agora o sarcófago está a destruir-se gradualmente, a sua superfície coberta com rachaduras, cuja largura é suficiente para que um rato pudesse entrar.

Para construir o novo sarcófago é preciso mais de 2 bilhões de dólares. A Ucrânia não tem este dinheiro.
A União Europeia tem ou tinha uma estratégia de desenvolvimento para a  região de Chernobil.


Por isso acho, que na  minha santa  ignorância, a UCRÃNIA deveria rever  conceitos e  botar a RÚSSIA no pau.

Obs -Mais  uma  curiosidade  sobre CHERNOBIL:
O acidente nuclear de Chernobil ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Usina Nuclear de Chernobil (originalmente chamada Vladimir Ilyich Lenin) na Ucrânia (então parte da União Soviética). É considerado o pior acidente nuclear da história, produzindo uma nuvem de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia e Reino Unido, com a liberação de 400 vezes mais contaminação que a bomba que foi lançada sobre Hiroshima. Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia foram muito contaminadas, resultando na evacuação e reassentamento de aproximadamente 200 mil pessoas.

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

SININHO DO BLACK BLOC - Sabe o que falta para a ativista Sininho do black bloc? BADALO.

Quem é Sininho, a ativista que virou personagem nos protestos dos black bloc do Rio

Cineasta intensificou militância após se aproximar de grupos anarquistas em 2012

 

Quem é Sininho, a ativista que virou personagem nos protestos dos black bloc do Rio Fernando Frazão/ABR
A jovem porto-alegrense deixou o Estado com a mãe, aos 11 anos 
Foto: Fernando Frazão / ABR
Carlos Etchichury | Enviado Especial, Rio de Janeiro

Personagem nos protestos violentos ocorridos no Rio de Janeiro (um deles, resultou na morte do cinegrafista da Band Santiago Andrade, atingido por um rojão lançado por um black bloc), a ativista Elisa Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, 28 anos, é de uma família de militantes.

A jovem porto-alegrense, que deixou o Estado com a mãe, aos 11 anos, tem uma história de classe média: frequentou boas escolas, fez política estudantil e mora em Copacabana, um dos metros quadrados mais caros do país. 

Sininho é filha de Antônio Sanzi, dirigente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, no início dos anos 80, e da psicóloga e professora Rosoleta Moreira Pinto Stadtlander. Na adolescência, ela morou com a mãe e com o padrasto, geólogo da Petrobras, em Macaé, um dos maiores PIB per capita do Rio em função da exploração de petróleo. 

E foi em Macaé, como aluna do tradicional Instituto Nossa Senhora da Glória (INSG)/Castelo, onde cursou o Ensino Fundamental, que Sininho militou pela primeira vez. Como não havia grêmio estudantil na instituição salesiana, coube a ela, nos anos 90, organizar alunos para atuar em manifestações com outras entidades estudantis.

— Vim de uma família de petistas
 — costuma falar ao justificar o engajamento.

Aos 16 anos, quando passou um ano com o pai, em Porto Alegre, Sininho tornou-se presidente do grêmio estudantil do colégio Dom Bosco. A dedicação à causa teve um custo: foi reprovada no primeiro ano do Ensino Médio.

— Sempre estive ao lado dos movimentos sociais e dos professores. Mas como sou muito intensa, acabei descuidando com os estudos — confidencia a amigos. 

De volta a Macaé, cursou supletivo para concluir o Ensino Médio. Em 2006, ingressou no Curso de Cinema da Universidade Estácio de Sá. Afastou-se do centros acadêmicos, e mergulhou nos estudos no apartamento locado pela família em Rio Comprido – mesmo bairro da Estácio.

— Na faculdade, ela era uma menina espevitada, posicionada politicamente, muito doce e querida. Era superintensa com as experiências práticas do curso. Não lembro da Elisa como militante de alguma organização — recorda a amiga Raquel Corrêa, 27 anos, que chegou a viajar com Sininho para Macaé e Búzios.

Após a formatura, Sininho trabalhou com pelo menos quatro produtoras de filmes e de comerciais. E passou a viver um dilema:

— Eu não me sentia feliz fazendo propaganda para o capitalismo.


Sócio de uma produtora ouvido por Zero Hora lembra que, após dois meses de trabalho auxiliando na locação de cena para comerciais, ela pediu demissão, há dois anos:

— Ela estava visivelmente incomodada. Não tinha o perfil que buscávamos.

Em 2012, a família adquire um apartamento em Copacabana, e Sininho se muda para a Zona Sul. É o período que coincide com a transformação do comportamento dela.

Aproxima-se de ativistas da Frente Independente Popular e da Organização Anarquista Terra e Liberdade
(grupos de orientação anarquistas, ultrarradicais, que defendem o emprego de métodos violentos de luta). Torna-se voz ativa em assembleias populares, realizadas em quatro bairros do Rio. Com a explosão dos protestos, em junho, assume a liderança não oficial em manifestações. De rosto limpo, mas sempre próxima de radicais mascarados, vocifera contra a imprensa e os policiais.

— Ela se destacava porque era articulada, mas só ganhou importância no Ocupa Câmara — diz uma advogada ativista dos direitos humanos ouvida por Zero Hora.

O Ocupa Câmara foi uma invasão à Câmara de Vereadores do Rio, em agosto. Durante o período, iniciado na CPI dos Ônibus, Sininho postou vídeos em redes sociais denunciando ameaças que ela e o namorado vinham sofrendo.

— Ela tem uma condição social boa, que a permite ficar sem emprego fixo. Com tempo livre, acabou aparecendo mais — complementa a mesma advogada.

O apelido Sininho surgiu durante a ocupação. Como todos os invasores tinham apelidos, coube a Elisa, cabelos curtos, aparência frágil, a alcunha de Sininho (ou Tinker Bell) – nome da travessa, irritadiça e solidária fadinha amiga de Peter Pan, na Terra do Nunca. Elisa gostou.

— É bonito o carinho que tiveram comigo — diz aos amigos.

Mas repete:

— Só não vivo na Terra do Nunca.

A ativista diz lutar por um “país livre”, garante que não é anarquista (mas prega o apartidarismo) e assegura que vai a protestos “de cara limpa” (verdade)¹, e de “forma pacífica”. Embora não agrida ninguém, está sempre com mascarados que praticam táticas black bloc.

Se o reconhecimento entre os militantes estava garantido, faltava visibilidade. E ela veio com uma confusão entre PMs e mascarados, apoiados por Sininho, após uma passeata pacífica de professores no Centro do Rio, em outubro. Ao todo, 64 adultos - Sininho entre eles - foram presos e 20 adolescentes apreendidos.

Nos quatro dias que esteve em um presídio, no complexo prisional de Bangu, a jovem, primeiro, dividiu uma cela com oito criminosas. Num segundo momento, permaneceu com outras duas militantes, que ela define como “presas políticas”. Apesar dos direitos democráticos assegurados, do funcionamento pleno da Justiça, da liberdade de expressão garantida e de quase 30 anos de manutenção da democracia no Brasil, a ativista chama os detidos, envolvidos em atos de vandalismo, de presos políticos. São 81 no Rio desde julho.

Ao sair da prisão, viajou para Porto Alegre e participou de assembleia do Bloco de Luta pelo Transporte Público.

— A luta de Porto Alegre nos inspira. É uma cidade muito politizada. Até escolas particulares têm grêmio estudantil — costuma repetir.

A partir daqueles episódios, passou a brilhar em assembleias populares (eventos públicos que reúnem ativistas).

— Quando você vê as classes se mobilizarem, já é uma vitória. Não vamos fazer uma revolução em seis meses, mas colocamos uma plantinha e, aos poucos, com luta...

Mas revolução para implantar o que no Brasil? Socialismo? Anarquismo? Sininho tem dificuldades em expressar o que defende. Não há em todo o planeta um só país que sirva de inspiração para ela.

— É complicado de falar nisso. Não sei definir bem. Só escrevendo.

Entre advogados voluntários, integrantes do movimento Habeas Corpus, a credibilidade de Sininho foi arranhada recentemente. Em janeiro, os profissionais, que se dispõem a defender manifestantes detidos pela polícia em protestos, foram mobilizados pela ativista detida por chamar um policial de “macaco”. O PM havia prendido um jovem, supostamente manifestante, que estava fumando maconha.

Agora, a mais nova enrascada na qual Sininho está metida é a suspeita de que esteja arrecadando dinheiro para financiar protestos violentos. Uma tabela, distribuída por Sininho pelo Facebook, foi divulgada pela revista Veja com o nome de doadores (entre eles, dois vereadores do PSOL, um magistrado e um delegado da Polícia Civil) e o respectivo valor pago por eles. Pelo Facebook, Sininho, que atualmente trabalha com o jornal alternativo Nova Democracia, confirmou as contribuições, mas diz que o dinheiro não foi usado nos protestos. Os recursos teriam sido empregados num evento social.

Para a psicóloga Rosoleta, mãe de Sininho, a filha está fazendo “história” e abusos são cometidos “pela polícia”.

— Sempre teve na história brasileira, de todo o mundo, estudantes lutando por melhores condições de saúde, de educação. Sempre teve. Eu sei que a minha filha participa, como tantos outros jovens, de movimentos legítimos pela educação, pela saúde. Só posso dizer que, às vezes, a polícia vem para cima e muitas pessoas de bem, como professores, médicos e os próprios jornalistas, apanharam da polícia. A polícia parece despreparada para este tipo de movimentos. Ela não pertence a partidos políticos. Ela não quer. Como um grupo de jovens de classe média que não estão querendo mais os partidos políticos como se apresentam. Ela é uma pessoa de paz. Está sentindo imensamente esta morte do cinegrafista (Santiago Andrade). Eu sou solidária e estou triste com tudo o que aconteceu.


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Sininho do Black Block não usa varinha de condão  e nem solta estrelinhas,  o que ela  gosta  mesmo  é de  rojão  de vara.
¹ - essa  conversa  mole de participar de  cara  limpa  nas  manifestações  é dissimulação  para  enganar " trouxas de plantão", se infiltra  no meio dos  manifestantes  e de lá manda  seus  gritos  de guerra  confundindo  policia  e  imprensa. Com seu jeito franzino no  meio  da  multidão, não  chama  muito a atenção.
É preciso  dar  um basta  urgente  nisso.
Só o  fato  dela  se  declarar  petista
— Vim de uma família de petistas — costuma falar ao justificar o engajamento.
Não precisa  dizer  mais  nada. 

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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

CUBA VAI BEM, OBRIGADO! - INVESTIMENTOS EM CUBA.- Nota de Repúdio do CRM-PR-

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Este (des)governo  comunista só me dá alegria.
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ONDE ESTÃO  VOCÊS???

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DECÁLOGO  DE LENIN. - SERÁ QUE NINGUÉM ENXERGA  O  QUE ESTÁ ACONTECENDO  NESTE  PAÍS???

1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e, depois controle todos os veículos de comunicação em massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;
10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa .


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Nota de Repúdio do CRM-PR ao Pronunciamento da Presidente da República

NOTA DE REPÚDIO DO CRM-PR AO PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Em virtude do pronunciamento da Presidente da República, Dilma Rousseff, na noite de ontem (21), o Conselho Regional de Medicina do Paraná vem a público repudiar a afirmação de que a saúde será resolvida com a vinda imediata de milhares de médicos estrangeiros. Esta medida inconsequente demonstra o interesse do governo em desviar o foco da discussão, que é o descaso com que a saúde é tratada neste país. Neste momento cabe uma pergunta: de quem é a responsabilidade pela saúde no Brasil?

aNota de repudio
A Excelentíssima Presidente, em uma fala vazia de argumentos, “esquece” de assumir em cadeia nacional que, ao retirar a aplicação de 10% da renda bruta do governo federal em saúde, representando em números gerais mais de R$ 30 bilhões/ano, impõe cada vez mais a falência do sistema público.
Da mesma forma, ignorou toda a voz da classe médica e da própria sociedade, que neste último mês vêm discutindo de forma intensa a questão trazida à baila no pronunciamento, demonstrando ainda total despreparo e desconhecimento da real situação do sistema de saúde público. Já é sabido que o preenchimento dos postos de trabalho no SUS só será possível com uma reestruturação dos estabelecimentos de saúde e com a efetivação de um plano de carreira para os profissionais.
Senhora Presidente, a sociedade brasileira tem demonstrado que já não aguenta mais o jogo político e os discursos falaciosos, clamando por medidas definitivas que garantam a qualidade da assistência à saúde, bem como outros direitos constitucionais visando o respeito e a dignidade humana.

Cons. Alexandre Gustavo Bley, Presidente do CRM-PR


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