Por: UOL Notícias03/12/2012 às 06h00
Zé Dirceu não é bandido(?), mas errou, diz FHC (5:18)
Adversário do PT(?), ex-presidente da República também afirmou que José Genoino é gente boa(?), mas foi julgado pelo que fez, não pelo que é. Ele falou ao UOL e à Folha em 30 de novembro de 2012.
* * *
Depois dessa entrevista , este blogueiro se acha na obrigação de responder ao ilustre F. . . essa excelente obra de arte:
Interpretação original, por Cris Nicolotti, no espetáculo "Se Piorar Estraga".
http://youtu.be/hV76KXU1x6g
Antes que eu me esqueça FHC, tucanada e c"cumpanherada" ilimitadada. "Vão tomar no c..."
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
ASCENSÃO E QUEDA - Por Maria Lucia Victor Barbosa.
"Então,
o PT copiou as politicas econômicas e sociais de FHC, mas sempre as criticando
como herança maldita. Mesmo assim o PSDB foi o grande auxiliar de Lula, muito
mais do que parte do PT que cindiu e formou o PSOL e mais ainda do que a base
aliada. E quando Lula poderia ter sofrido o impeachment à época da CPI dos
Correios, FHC sustentou o amigo no poder. Aliás, com raras exceções, os tucanos
sempre demonstraram um imenso encantamento por Lula e nunca souberam ser
oposição enquanto o PT, de modo implacável, atacava como ainda ataca Fernando
Henrique e sua herança maldita."
ASCENSÃO E QUEDA
Maria
Lucia Victor Barbosa
08/09/2012
Para simularem uma espécie de ideologia de
esquerda e protegerem seu “pobre operário”, Lula da Silva, que há muito não é
pobre nem operário, ardilosamente os donos do poder inventaram que elite é aquela
entidade suja e rancorosa composta por ricos impiedosos, que aliados a uma
imprensa a serviço de monstruosos interesses têm como objetivo destruir o
magnânimo pai da pátria e seu partido. Enfim, uma atraente versão tropical e
populista da luta de classes, algo que deve ter feito Karl Marx tremer na
tumba.
Nos
estudos clássicos de Sociologia o termo elite ou escol tem sentido bem
diferente como os vistos nas primeiras abordagens elaboradas pelos chamados
“maquiavelistas”, Vilfredo Pareto, Gaetano Mosca, Robert Michels e Georges
Sorel. Em vez da luta de classes eles consideravam que a história das
sociedades é a luta das elites pelo poder.
Pareto
(1848-1923) entendia elite de modo positivo, pois fariam parte do escol pessoas
de qualidades excepcionais tanto pelo seu trabalho quanto por seus dotes
naturais e, de forma realista afirmou: “Todo escol que não se dispõe a travar
batalha para defender suas posições está em plena decadência; só lhe resta
deixar o lugar a outra elite que tenha as qualidades viris que lhe faltam”.
Gaetano Mosca (1858-1941) preferiu o termo
classe dirigente ou dominante em vez de elite para designar a distinção entre
dirigentes e dirigidos.
Sem
aprofundar a discussão sobre tais teorias lancemos um olhar sobre o quadro das
eleições municipais lembrando que, pelo fato do PT se manter na presidência da
República há quase 10 anos se pode dizer que é a classe dirigente, dominante ou
elite sem, é claro, as boas qualidades de que falou Pareto.
Posto
isso, recorde-se que na sua longa trajetória para lograr Lula lá os petistas
desenvolveram certas táticas que continuam usando, tais como: Jamais aceitar críticas
por menores que sejam e reagir às mesmas com maior agressividade possível;
encarar o adversário como inimigo; invés de argumentar desqualificar quem não
reza por sua cartilha como incompetente, rancoroso, invejoso, membro da
famigerada e suja elite; usar a sedutora e comovente imagem de vitima
transformando suas vítimas em seus algozes; distorcer ao máximo os fatos; usar
de meios baixos para atacar adversários como, por exemplo, falsos dossiês ou
compra de apoios.
Essas
táticas foram usadas à exaustão para resguardar a figura de Lula tornada excelsa.
Para ele só o elogio, qualquer crítica é considerada como grave preconceito.
Então, amparado pelos companheiros e pelo marketing o guardião do poder petista
exerceu plenamente o paternalismo pedagógico e a alienação das massas. Ele foi
o “líder-preceptor que precede ao nascimento do Estado-Nação”. Por isso sempre
dizia com prazer: “nunca antes nesse país”.
Antes
de chegar ao cargo mais alto da República o PT soube ser oposição. Durante os
oito anos de mandato de FHC petistas gritaram: “fora Fernando Henrique”. Ao
mesmo tempo, tudo que FHC fazia era estridentemente criticado.
Apesar
disso, quando Lula finalmente alcançou a presidência da República, Fernando
Henrique inventou a “transição”, ou seja, colocou a disposição de Lula seus
melhores técnicos para que ensinassem aos neófitos do PT como se governa.
Então,
o PT copiou as politicas econômicas e sociais de FHC, mas sempre as criticando
como herança maldita. Mesmo assim o PSDB foi o grande auxiliar de Lula, muito
mais do que parte do PT que cindiu e formou o PSOL e mais ainda do que a base
aliada. E quando Lula poderia ter sofrido o impeachment à época da CPI dos
Correios, FHC sustentou o amigo no poder. Aliás, com raras exceções, os tucanos
sempre demonstraram um imenso encantamento por Lula e nunca souberam ser
oposição enquanto o PT, de modo implacável, atacava como ainda ataca Fernando
Henrique e sua herança maldita.
O
resultado é o que se vê no momento em São Paulo: José Serra em queda e Celso
Russomanno subindo nas pesquisas de intenção de voto.
Na
verdade, o PSDB não soube ocupar seu lugar como oposição. Deixou um vácuo que
vai sendo ocupado por outro ator político. O PT, que nunca brilhou muito na
capital paulista entrou em rota de desgaste com o julgamento do mensalão no
STF, a doença de Lula, a emergência de outras lideranças políticas, a
insatisfação do funcionalismo público e dos ditos movimentos sociais com a
presidente Rousseff.
Ascenção
e queda são ciclos inevitáveis na vida pessoal e na dinâmica das sociedades. No
Brasil algumas mudanças estão acontecendo. Uma coisa boa e
que trás
um raio de esperança é o julgamento do mensalão a demonstrar a independência do
Poder Judiciário e, portanto, o resguardo da democracia.
No
mais, como disse Pareto, perdem os que não se dispõe a travar batalha para
defender suas posições. Isto é bem mais importante do que apresentar renovação
de candidatos. Que o PSDB aprenda a lição se quiser chegar de novo à
presidência da República.
Maria
Lucia Victor Barbosa é socióloga.
@maluvi
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
HERANÇA PESADA - POR FHC - NA VERDADE É UMA RESPOSTA À "HERANÇA MALDITA"
A presidenta Dilma Rousseff recebeu uma herança pesada de seu antecessor. Comecemos pelo mais óbvio: a crise moral
(...)
Mas não foi só isso que Lula deixou como herança à sucessora. Nos anos de bonança, em vez de aproveitar as taxas razoáveis de crescimento para tentar aumentar a poupança pública e investir no que é necessário para dar continuidade ao crescimento produtivo, preferiu governar ao sabor da popularidade. Aumentou os salários e expandiu o crédito, medidas que, se acompanhadas de outras, seriam positivas. Deixou de lado as reformas politicamente custosas: não enfrentou as questões regulatórias para acelerar as parcerias público-privadas e retomar as concessões de certos serviços públicos. A despeito da abundância de recursos fiscais, deixou de racionalizar as práticas tributárias, num momento em que a eliminação de impostos se poderia fazer sem consequências negativas: a oposição conseguiu suprimir a CPMF, cortando R$ 50 bilhões de impostos, e a derrama continuou impávida.
Leia na íntegra AQUI
* * *
Por conta dessas declarações , a Dilma deu uma empacada e acenou em defesa de seu padrinho a quem chamou de “exemplo de estadista”, e fez críticas duras a gestão do ex-presidente FHC.
* * *
O elogio de Dilma ao Lula chamando-o de estadista, e a espernça de segmentos do PT que esperam que ele retorne em 2014, me trouxe a lembrança de um texto atribuido ao jornalista ARNALDO JABOR, em que ele retrata o estadista da seguinte maneira:
Arnaldo Jabor se superou
Arnaldo Jabor
"O
presidente de vocês - daqueles que o elegeram, daqueles que
compartilham a sujeira com ele, daqueles que o acobertam na mídia,
daqueles que batem palmas, que se ajoelham, que se vergam em busca de
recursos e desinformação, daqueles que lhe dão 70% de aprovação, chegou
ao seu nível moral mais baixo, abaixo até do ponto de ebulição do
álcool!
Nada
está abaixo do Lula. O Lula do "sifu", do "porra", do "cacete", "sabe",
se colocou em uma posição inferior, não como presidente da República,
mas como gente mesmo. Se o álcool não lhe trava a língua nem o faz
escolher palavras do seu enorme minidicionário, o que sabemos que o
álcool não faz com ninguém, ainda assim existem os assessores,
"aspones", e toda a sorte de lacaios pagos a peso de ouro para vigiar e
reparar o rei nudista, descuidado, impregnado de falsa santidade, que se
acha um profeta sábio a dar lições de moral aprendidas no PCC a
presidentes eleitos, como Barack Obama. Lula tem carreira, tem
trajetória, tem currículo e folha corrida de safadezas verbais e
não-verbais. A linguagem chula é a sua primeira natureza. Lula, o pele
vermelha e calórica, é isso há muitos anos.
Mas
não é de sua incontinência verbal (verborréia) que estou a tratar, e
sim da sua vulgaridade ímpar, desmedida, tantas vezes por nós
denunciada. Lula é um homem sem caráter; traidor dos amigos da
quadrilha, porque não se faz o que ele fez com o José Dirceu, com o
Gushiken, com o Genoíno. Nem na prisão deixam de valer os códigos de
ética e de moral - uma moral suja, um ética suja, mas ainda assim uma
moral e uma ética de "petralhas". Lula, o vermelho, não tem nada disso.
Pior do que imoral, Lula é ilegal. Lula é um vício de origem. Os que
dele se acercam devem saber disso. Se sabem, são viciadores também.
Tampouco
se diga que ele fala a linguagem do povo para se fazer querido por ele.
Conversa mole, conversa de pesquisa, conversa de "datalulas "cuja ética
ainda está para ser revelada. Lula está deixando o povo brasileiro com a
sua cara, a sua fuça, a sua carantonha vulgar e baixa. A nossa tão
propalada "macunaimidade" era regional, pontual. Com Lula ela virou
instituição nacional permanente. Não é para isso que trabalha
incansavelmente a Saúde/Educação do imoral Temporão e seu pênis
pedagógico?
O
povo pode parecer com o Lula, mas ainda não é o Lula. É diferente, o
povo ainda pode lavar a cara todas as manhãs, que a sujeira sai. Mas
Lula não, no máximo pode ser maquiado pela enésima vez pelos puxa-sacos
de sua laia, engolir uns "engovs" e seguir a sua rotina de laxista
irresponsável..
O
"inaudível" "sifu" pronunciado publicamente entrou para história do
Brasil, a história da infâmia do Brasil. Mais uma da enorme série de
Lula, o "serial killer" da vergonha, o personagem central dessa quadra
de desonra, de baixeza da vida nacional. Lula e seus lacaios deixaram as
instituições assim: o Parlamento, a Justiça, a Democracia, a Soberania
Nacional, a Imprensa. A marca venal é desse tamanho e contamina a
sociedade inteira comprometendo o seu futuro. E ainda essa gente
assemelhada a ele quer apagar o passado brasileiro, e destruir os
registros da nossa moral e os documentos da nossa boa fé, da nossa
honestidade como povo. Tudo isso para quê? Para elevar um sujeito vulgar
e desprezível à condição de líder máximo do socialismo no Brasil.
É
exatamente esse sentimento que me faz voltar a todo o momento não a
ele, Lula, o infame, mas para a mídia e os intelectuais de miolo mole
que o protegem, que fingem que nada vêem, que nada ouvem. A legião dos
infames que o cercam e o embelezam não pára de crescer.
Esse artigo é para vocês, jornalistas, que o acham "pop" e "extravagante".
* * *
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