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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Terror petista: partido e governo pedem guilhotina para funcionários do Santander;

Na fase do Terror, a guilhotina se transforma numa das armas dos poderosos

Terror petista: partido e governo pedem guilhotina para funcionários do Santander; elas serão entregues a Dilma numa bandeja!



 Cabeças vão rolar no banco Santander no Brasil. Por quê? Porque alguém — ou um departamento, sabe-se lá — decidiu anexar ao extrato de um grupo seleto de clientes uma avaliação sobre o comportamento dos indicadores econômicos e sua conexão com as pesquisas eleitorais. Em síntese, o texto, um tanto confuso, afirmava que, se a presidente Dilma voltar a subir nas pesquisas ou se mantiver estável, os juros vão subir, a Bolsa vai cair e o câmbio vai se desvalorizar. Há algo de errado na avaliação? Não! Trata-se de alguma opinião surpreendente ou exótica? Não também! Um banco tem o direito de orientar seus correntistas e investidores? Tem. Mas se fez um enorme escarcéu.

Os petistas aproveitaram o caso para acusar uma grande conspiração dos ricos, dos bancos, do setor financeiro… Tudo não passa de uma bobajada infernal. Ao contrário: como Lula não cansa de repetir por aí, essa área da economia nunca lucrou tanto como em seu governo — e isso também é verdade. O partido que recebeu doações mais generosas dos bancos em 2006 e 2010 foi o PT. Era justamente no setor financeiro que se concentravam os maiores entusiastas do “Volta, Lula!”. Assim, essa guerra das tais elites contra o partido nunca passou de uma fantasia eleitoreira para enganar trouxas.

Acontece que a desconfiança no governo é, hoje, gigantesca. E isso vale para o conjunto do empresariado, inclusive e muito especialmente do setor industrial. O comunicado do Santander toca, direta ou indiretamente, no tripé do desconsolo provocado pela gestão petista: inflação alta, juros elevados e baixo crescimento. Por que o mercado reage mal quando acha que as chances de Dilma aumentam? Porque não vê pela frente perspectiva de mudança.

Jesús Zabalza, presidente do Santander no Brasil, conversou pessoalmente com Dilma e informou que todos os responsáveis pela elaboração do boletim serão demitidos. Neste domingo, Emilio Botín, que preside a instituição em escala mundial, destacou que a avaliação não é do Santander, mas de um analista. E reiterou a importância do Brasil para a empresa.

Coitados dos demitidos do Santander! Vão perder o emprego por terem falado uma verdade inconveniente. Nas democracias mundo afora, ninguém daria a menor bola para isso. O tal boletim não passou de uma análise corriqueira.
Na sexta, diga-se, o Banco Central anunciou mudança nas regras do compulsório recolhido pelos bancos. O objetivo é liberar pelo menos R$ 45 bilhões para o crédito. 

Acontece que, há dias, em sua ata, esse mesmo BC saudou o esfriamento do crédito como um dos elementos que concorreriam para diminuir a pressão inflacionária. Ou por outra: o BC tomou uma decisão na contramão de sua convicção técnica.
Quando isso acontece, como é que os tais agentes econômicos reagem? No mínimo, com pessimismo, não é? O que o Santander fez foi só uma leitura de conjuntura, que não é distinta daquela que está em todos os lugares, muito especialmente na imprensa. O próprio PT sabe que se está diante de uma verdade evidente.
Pedir cabeças? Cortar cabeças? Não são práticas que honrem a democracia, não é mesmo? Mas também não se trata de nada estranho ao PT. Como esquecer a tal lista negra de nove jornalistas, da qual honrosamente faço parte, elaborada pelo partido? Também para estes, o que se pedia era guilhotina.
Essa gente é o que é. E não é coisa boa!

Por Reinaldo Azevedo
 

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sábado, 12 de julho de 2014

MINHA SÚPLICA !!!

Guilherme Franco Setembre
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Caros colegas banespianos:
Este desabafo é dirigido aos amaldiçoados diretores e dono do SANTANDER, Emílio Botin, que, a exemplo do Hitler através de seu “STAFF” estão torturando idosos do BANESPA, conseguindo matar mais de 3.000 de forma desumana e cruel, deixando viúvas desamparadas.
É também dirigido  ao Governo Federal do Brasil nas gestões do PSDB e do PT que colaboraram permitindo que durante seus governos este banco passasse por cima de nossas leis, mais especialmente a resolução 118/97 do senado federal e a lei magna de previdência complementar N° 6435/77 ferindo de morte nossa Constituição Brasileira quanto a irredutibilidade de salários, sendo que no nosso caso foi reduzido pela metade de forma indigna e ultrajante, além da lei da habitualidade de pagamento de nossas gratificações há mais de 50 anos que foram suspensas em 1996, repentinamente.
Fui sempre um lutador desde a época da injusta intervenção, passando pela federalização e a privatização. Tudo isso, mesmo com a saúde muito abalada por sequelas de diversas doenças que culminaram com o Câncer que me levou a UTI nesse ultimo dia 08.

E é deste leito que suplico aos colegas banespianos que através de um abaixo assinado divulguem esse meu desabafo nesta hora que estou prestes a morrer como mais uma vítima do Santander.
11 de julho de 2014
Guilherme Franco Setembre

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sábado, 1 de fevereiro de 2014

DE MÃOS DADAS COM O SANTANDER

DE MÃOS DADAS COM O SANTANDER


31/01/2014
No dia 29 de janeiro último, sob o título grosseiro  e hipócrita “Pusemos pra correr o diretor administrativo do Banesprev” a Afubesp  abordou o assunto da renúncia de um Diretor eleito democraticamente para o cargo de Diretor Administrativo do Banesprev.
Mais uma vez, Sindicatos e Afubesp, aliados ao Banco Santander, investem contra direitos da comunidade banespiana, ao exigirem (Sindicatos, Afubesp e Banco Santander), sob ameaças de ações na Justiça, a renúncia de um colega legitimamente eleito  e no pleno exercício de suas funções.
Abordam ainda, de maneira maledicente, a questão da remuneração do diretor,  tentando provar que 2 mais 2 são 5!
FALANDO EM REMUNERAÇÃO...
Foi muito oportuno que a Afubesp tratasse do tema  remuneração, pois, muito embora a diretora derrotada nas últimas eleições tenha tomado posse com a ajuda  do Santander/sindicatos/Afubesp, ela mesma  dezembro de 2012, posicionou-se, por e-mail, frontalmente  contra o pagamento de remunerações aos aposentados que fossem eleitos para a Diretoria do Banesprev.
Pasmem! Qual foi a primeira manifestação dessa candidata derrotada, tão logo soube da renúncia do nosso colega?
Sua primeira e única providência até hoje foi reivindicar, por e-mail, que o Banesprev lhe pagasse:
Despesas de viagens  aéreas;
Despesas de diárias de hotel;
Vale alimentação;
Transporte e despesas de táxi cidades x aeroportos;
Remuneração.
TÍTULO GROSSEIRO e CONGELAMENTO
Com relação à grosseria do título da matéria publicada no site,  a AFUBESP e SINDICATOS esqueceram de publicar que entre os anos de 2001 e 2006 também puseram para correr,  via congelamento, para  bem longe de nós os nossos reajustes salariais, de complementações e pensões resultando em perdas de mais de 60% do nosso poder aquisitivo, transferidos diretamente para a poupança da família Botin na Espanha!!!!
Além do mais, nunca é demais lembrar que foram os Diretores apoiados pela  Afubesp e Sindicatos , na época, e hoje novamente candidatos, que perderam a  oportunidade de zerar o déficit do Plano II ao não venderem  as ações da carteira de ativos do Plano na alta da Bolsa em 2006/2007  e adquirirem títulos públicos de renda fixa, sanando, definitivamente, os déficits do Plano II e do Plano III ;
Esqueceram de dizer que foram os Diretores por eles apoiados  que aplicaram recursos do Banesprev na Bancoop- Cooperativa dos Bancários, hoje falida, causando enormes prejuízos
(calote) aos nossos colegas que  sonharam, um dia,  adquirir uma casa própria;
Esqueceram de dizer que foram seus companheiros que foram expelidos do GEAP- Fundo de Pensão dos Funcionários Públicos Federais - (Fundação de Seguridade Social)
E por último, mas não menos importante:
Na matéria publicada no site da Afubesp há um verdadeiro “samba do crioulo doido” quando afirma que os arts. 20 e 21 da Lei Complementar 108/2001 se aplicam ao presente caso.
Ou não leram e se leram não entenderam porque a lei 108/2001 em seu capítulo III trata DAS ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
PATROCINADAS PELO PODER PÚBLICO E SUAS EMPRESAS. 
A conclusão é clara: Como nem o Banesprev nem o Santander e nem a Cabesp são empresas estatais, essa lei não se aplica ao presente caso.
Nada justifica suas intenções de iludir nossos colegas por intermédio de manipulação das leis que regem a previdência complementar.
E agora eles querem novamente voltar para a  administração dos nossos recursos no Banesprev!


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domingo, 21 de julho de 2013

CARTA ABERTA AO BANCO CENTRAL DO BRASIL - PELOS FUNCIONÁRIOS APOSENTADOS DO BANESPA.

Este é o manifesto que será distribuido em frente ao  Banco Central na  Avenida Paulista 1804 em São  Paulo.

Carta Aberta - Movimento 1º de agosto: VEM!!!

Manifestação pacífica Av. Paulista 1804 - Banco Central, esquina com a Alameda Ministro Rocha de Azevedo no dia 1º de agosto, às 10:00 horas. Confirme sua presença preenchendo o formulário abaixo.




Ao
BANCO CENTRAL DO BRASIL
 ILMOS. SENHORES  DOUTORES JOSÉ LIMA DE SIQUEIRA E ROBERTO RODRIGUES PANDELO.
Nós, funcionários aposentados do Banco do Estado de São Paulo – BANESPA, estamos aqui no calçadão em frente ao BANCO CENTRAL para nos manifestar sobre todo nosso sofrimento que iniciou com a indevida intervenção do BACEN em 1994, pelo fato de que quem faliu foi o Estado que era o nosso maior devedor inadimplente, e não o BANESPA.

Sofrimento este que continuou pela omissão do BACEN quanto ao cumprimento de leis enquanto administrava o BANESPA antes do fatídico LEILÃO de 20 de novembro de 2000, quando entregou o nosso Banco de “mão beijada” ao SANTANDER, ao oferecer um TERMO DE ADESÃO – PLANO DE COMPLEMENTAÇÃO para migração ao Fundo de Pensão BANESPREV, atendendo a Lei Previdenciária 6435 de 1977 e  a Resolução 118/97 do Senado Federal, porém sob coação, de forma inconstitucional e com perda de direitos adquiridos, onde 851 dos 14.556 aposentados (apenas 5,85%) aderiram, o que resultou na vultosa quantia quase de R$ 7 bilhões em Caixa do Banco, como sobra dos Títulos nas mãos do Santander.

Sendo assim o Santander após “abocanhar” 94,15% dos Títulos Públicos destinados pela Resolução 118/97 do Senado Federal para garantir nossas aposentadorias, ao perceber a fragilidade de idosos e viúvas, reduziu nossos proventos pela metade através de meios ardilosos, ao reajustar nossas aposentadorias pelo Regime Trabalhista e não Previdenciário, passando por cima da Lei Magna da Previdência, ou seja, a Lei 6435/77. E, assim, o Santander vem nos submetendo a uma tortura moral, desumana e cruel, desde o início de sua administração, onde já morreram mais de 3.000 colegas amargurados por saberem que deixariam a penúria e insegurança como herança para suas famílias.

O Santander valeu-se também de aproximação ao Governo Federal, para conseguir alianças a exemplo da petição de 04/03/2013 do BACEN relativa a Ação Civil Pública que corre na 15ª Vara Cível Federal de São Paulo contra o Banco Santander, Banco Central e União Federal; Ação esta, cujo número do processo é 00113035420024036100, que postula o reajuste das complementações de aposentadoria e pensões de acordo com a variação acumulada do IGP-DI-FGV desde o ano de 2000, até a presente data, deduzidos os reajustes que foram efetivamente concedidos no período, o que vale dizer que desta forma fica reconstruída a blindagem dos Títulos Públicos a todos os aposentados e pensionistas sem distinção e sem obrigar a qualquer opção, pois, todos já tinham seus direitos adquiridos e respeitados pela Lei Estadual 200 de 1974 ainda em vigor, e pela Constituição Federal.



Esta petição do BACEN tornou-se a “gota d’água” por atingir nossa moral e dignidade, ao atacar violentamente o pedido dos aposentados, desempenhando o vergonhoso papel de advogado do Santander, chegando mesmo ao absurdo de afirmar “ O verdadeiro objetivo desta ação é o enriquecimento sem, causa” e que nós queremos “mais um presentinho dado a esses já privilegiados funcionários”!!!

Insultos estes inadmissíveis, uma vez que se houve algum presente, foi o do BANESPA ao Santander, sendo que não nos consideramos privilegiados pelo fato de termos melhores salários (agora reduzidos pela metade) devido ao concurso que prestamos, para ingressar no BANESPA, da mesma forma que os funcionários do BACEN o fizeram neste Órgão Público. E, por isso, seriam privilegiados também ?  Pelo exposto, exigimos a devida retratação, imediatamente  !!!
Nesse contexto, o Banco Central, no afã de defender a sua omissão e os interesses do Santander, ignora e passa por cima de todas as reuniões feitas com a AFABESP – Associação dos Funcionários Aposentados do Banespa, e dos documentos entregues tratando do congelamento de 5 anos a que os aposentados foram submetidos, cujos recursos  foram  –  esses sim  -  apropriados pelo Banco, configurando enriquecimento sem causa no valor de mais de R$ 17 bilhões atualmente, sendo que com essa atitude o governo mostra mais uma vez sua verdadeira face de desprezo para com aposentados que trabalharam toda uma vida, para que merecessem  uma aposentadoria tranquila e digna.

Mesmo assim, com a petição do BACEN de 04/03/2013, o Juiz do TRF3-SP da 15ª Vara Cível concedeu nova liminar em 29/04/2013, restabelecendo a que havia sido concedida em junho de 2002, determinando que o Banco Santander pagasse esses reajustes, conforme noticiado no SITE  http://www.afabesp.org.br/  sob o título “BANCO CENTRAL ALIA-SE DESCARADAMENTE AO BANCO SANTANDER CONTRA OS APOSENTADOS NO PROCESSO DE REAJUSTE PELO IGP-DI”.

Mas, quis o destino que o andamento de nossa Ação esteja do outro lado da rua, ou seja, no Tribunal Regional Federal (TRF3-SP) no qual depositamos toda nossa esperança de que se faça JUSTIÇA, para cessar todo o nosso sofrimento, fazendo o Banco Santander pagar tudo o que nos deve desde 2001, e, também, que passe a reajustar nossas aposentadorias pelo IGP-DI, o mesmo índice que corrige os Títulos, de acordo com a Lei 6435/77 da Previdência Complementar e com a Resolução 118/97 do Senado Federal.

Concluindo, declaramos que não viemos aqui apenas para exigir retratação e protestar contra as irregularidades e injustiças praticadas, viemos para reivindicar que se cumpram as Leis, punindo os responsáveis pelos descumprimentos e omissões, e para resgatar nossos direitos e, principalmente, nossa dignidade !!!

São Paulo, 1º de agosto de 2013
APOSENTADOS e PENSIONISTAS DO BANESPA

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O BANESPA foi sucateado  pelos  sucessivos governos do  PMDB, e sacaneado pelo  governo  tucano  de  Mário  Covas e  FHC.
Lula  era  quem sabe  uma  esperança na  reparação  dos danos  causados por esses malandros  da  politica.
Ledo  engano, Lula se revelou um tremendo de  um mau caráter pior  do que  o  câncer  por ele  acometido, seu primeiro mandato   e do  PT foi uma tremenda  fraude  moral, o que se  viu  e o que se vê,  dispensa maiores  comentários, veja  o  que  ele  fez com a  VARIG, que  moral tem ele  para  criticar a privataria  tucana?

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

ITAÚ, BRADESCO E SANTANDER SOMAM R$ 47,5 BI COM TARIFAS



Itaú, Bradesco e Santander somam 47,5 bi com tarifas
8/2/13

Resultado obtido em 2011, não se reverteu em melhoria no atendimento, como criticam clientes bancários que cobram mais contratações.
A informação  é  do  SINDICATO  DOS  BANCÁRIOS E FINANCIÁRIOS DE SÃO PAULO, OSASCO E REGIÃO.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

SANTANDER PROMOVE DEMISSÃO EM MASSA

Sindicato denuncia demissão em massa no Santander

Paralisações em protesto por dispensa continuam e Ministério do Trabalho foi procurado para tomar providências. Demitidos estão convocados para reunião na quinta-feira
São Paulo – As demissões em massa promovidas pelo Santander foram denunciadas ao Ministério do Trabalho e Emprego. O Sindicato encaminhou, na terça-feira 4, pedido ao MTE para que interfira junto ao banco pelo fim das dispensas. Apesar do excelente resultado do banco, estão previstos, até o fim desta semana, corte de cinco mil trabalhadores em todo o país.

Uma série de agências foi paralisada em protesto e as manifestações vão continuar em todo o Brasil.

“Vamos manter a mobilização, durante todos os dias, até que o banco nos conceda audiência e explique os motivos para esses cortes. Não aceitamos que uma empresa que tem a maior lucratividade no Brasil dispense os trabalhadores dessa forma. Esse foi o presente de Natal do Santander para seus funcionários?”, questiona a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira. “O banco quer reduzir seus custos no Brasil para aumentar os lucros na Espanha. Não existe, no balanço do Santander, nenhum indicador que explique a necessidade de demissões. Pelo contrário, todos mostram excelentes resultados.”

> Fotos: Dirigentes sindicais nas ruas contra as demissões
> Vídeo: Assista ao vídeo sobre o protesto

Lucrando – Nos primeiros nove meses do ano, o banco apresentou Lucro Líquido Gerencial de R$ 4,731 bilhões, 26% do resultado global do grupo espanhol. Sua carteira de crédito atingiu o patamar de R$ 207,334 bilhões, com crescimento de 10,1% em doze meses e 0,8% no trimestre.

Os indicadores econômicos mostram que o Santander tem sua maior lucratividade no Brasil. O índice de eficiência do banco (indicador que mede a relação entre despesas e receitas) está em 43,5%. É o segundo melhor desempenho entre os cinco maiores bancos atuantes no Brasil, atrás apenas do Bradesco (42,10%). Esse índice apresentou melhora nos últimos 12 meses, passando de 46,1% para 43,5%.

A receita de prestação de serviços e tarifas bancárias do Santander cresceu 11,4% em 12 meses, chegando a R$ 7,3 bilhões nos nove primeiros meses de 2012. Apenas com essa receita o banco Santander cobre quase 160% do total de suas despesas de pessoal. É a melhor cobertura, se comparado aos cinco maiores bancos no país.

Além disso, o peso das despesas de pessoal do Santander no total de despesas do banco é o menor entre os três grandes bancos privados atuantes no país. Apenas 9,2%.

Convocatória – O Sindicato convoca os bancários demitidos para reunião na quinta-feira 6, a partir das 18h, na sede da entidade (Rua São Bento, 413).


Fonte - SINDICATO  DOS  BANCÁRIOS DE SÃO PAULO

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

BANCO SANTANDER REQUEREU O IMPEDIMENTO DA MINISTRA ROSA WEBER.

GRATIFICAÇÕES SEMESTRAIS – BANCO SANTANDER REQUEREU O IMPEDIMENTO DA MINISTRA ROSA WEBER.


26/09/2012

Por meio de petição protocolada no Supremo Tribunal Federal – STF, na última sexta-feira e que somente ontem foi juntada aos autos, o Banco Santander requereu que seja declarado o impedimento da Ministra Rosa Weber para julgar o processo das gratificações semestrais. Argumentou o Banco que a Ministra em questão já havia participado do julgamento na Seção de Dissídios Individuais-SDI do Tribunal Superior do Trabalho-TST quando o processo ali se encontrava, estando impedida, portanto, no seu entendimento, de participar do julgamento do mesmo caso no STF.
 
Como se trata de questão nova, que somente ontem passou a constar dos autos do processo, os nossos advogados estão analisando o assunto, para avaliar as possibilidades de que o impedimento pretendido pelo Banco venha a ser acolhido e as possíveis consequências no andamento do processo.
 
AFABESP – DIRETORIA

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