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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Papa critica ‘pacificação’ de favelas . . .

Em visita à comunidade de Varginha, no Rio, Francisco fez um dos discursos de cunho social mais importantes de seu pontificado

 
RIO - O papa Francisco atacou a estratégia de "pacificação" das favelas no Rio de Janeiro, alertando que, enquanto a desigualdade social não for resolvida, "não há paz duradoura". Nesta quinta-feira, 25, em plena Favela da Varginha, no Rio, ele fez um dos discursos de cunho social mais importantes de seu pontificado e convocou os jovens a continuar pressionando por melhorias, em um sinal de seu apoio aos manifestantes que tomaram as ruas do Brasil desde junho.

 O papa ainda completou: a grandeza de uma nação só pode ser medida a partir de como ela trata seus pobres, numa referência indireta à insistência do governo de vender o Brasil como uma das maiores economias do mundo e, ao mesmo tempo, não dar uma solução às suas favelas. 

 Francisco chega a reconhecer os avanços sociais promovidos pelo governo. Mas alerta que isso ainda não é suficiente e que a pacificação de favelas, como a que ele visita, não pode ser feita com armas. "Quero encorajar os esforços que a sociedade brasileira tem feito para integrar todas as partes do seu corpo, incluindo as mais sofridas e necessitadas, através do combate à fome e à miséria", disse.

Pacificação. "Nenhum esforço de pacificação será duradouro, não haverá harmonia e felicidade para uma sociedade que ignora, que deixa à margem, que abandona na periferia parte de si mesma", declarou ainda o papa durante o discurso. E alertou: "Uma sociedade assim simplesmente empobrece a si mesma, perde algo de essencial para si mesma."
O papa disse ainda que "somente quando se é capaz de compartilhar é que se enriquece de verdade". "Tudo aquilo que se compartilha se multiplica. A medida da grandeza de uma sociedade é dada pelo modo como esta trata os mais necessitados, que não tem outra coisa senão a sua pobreza."

Manifestações. Ele ainda manifestou seu apoio a todos aqueles no Brasil que lutam por mudanças sociais, em uma referência aos protestos que ganharam as ruas do País desde junho.
Atacando a corrupção e o fato de a periferia ser abandonada por políticos, o papa deixou claro que a Igreja vai apoiar o movimento mais amplo de exigências por melhorias. Fontes no Vaticano confirmaram ao Estado que essa foi a forma pela qual o papa optou por lançar seu recado aos manifestantes. A opção foi a de evitar a palavra "protestos", mas ainda assim fazer um apelo para que a pressão contra a classe dirigente continue.
"Aqui, como em todo o Brasil, há muitos jovens", disse. "Vocês possuem uma sensibilidade especial frente às injustiças, mas muitas vezes se desiludem com notícias que falam de corrupção, com pessoas que, em vez de buscar o bem comum, procuram o seu próprio beneficio", declarou.
"Também para vocês e para todas as pessoas eu repito: nunca desanimem, não percam a confiança", insistiu. "A realidade pode mudar, o homem pode mudar."
Francisco ainda apelou à população que não se deixa "acostumar ao mal, mas a vencê-lo". O papa ainda garantiu: "Vocês não estão sozinhos, a Igreja está com vocês, o papa está com vocês".

Às autoridades, o apelo foi para que "trabalhem por um mundo mais justo". "Ninguém pode permanecer insensível às desigualdades que ainda existem no mundo", disse. "Não é a cultura do egoísmo, do individualismo, que regula nossa sociedade. Mas sim a cultura da solidariedade", insistiu.

Educação. O papa ainda aproveitou seu discurso na favela para voltar a defender alguns dos pilares do dogma da Igreja: a família e a vida, "que deve ser sempre tutelado e promovido".
O papa pediu uma educação de qualidade e com valores, e não apenas um sistema que tem como metas "uma simples transmissão de informações com o fim de gerar lucros".
Leia a íntegra do discurso do papa Francisco na Favela da Varginha: CLIQUE AQUI

 

terça-feira, 23 de julho de 2013

DIRIGIDO PELO GILBERTO CARVALHO, GARANTIDO PELO MINISTRO DA JUSTIÇA JOSE EDUARDO CARDOZO E GUIADO POR DEUS - AINDA BEM.


Esta charge do Zé Dassilva foi feita originalmente para o

O ministro Gilberto Carvalho afirmou que a comitiva do papa Francisco errou a pista que deveria entrar na avenida Presidente Vargas, o que levou ao pontífice ficar preso no trânsito do centro do Rio.

Ele afirmou que não se sabe ainda quem foi o responsável pelo erro. Mas diz ter sido um “alívio” não ter ocorrido nada com o papa.

“Houve um erro, não se sabe se do batedor ou da prefeitura ou da PRF. Houve de fato, na pista da Presidente Vargas, era para pegar a outra pista. Por outro lado permitiu a aproximação do papa com as pessoas. E a tese de que de fato as pessoas têm muito carinho”, disse Carvalho.

O ministro disse crer que o carinho recebido pelo papa também “vai desestimular a ação de qualquer aventureiro”.
Veja vídeo
Carvalho disse que a conversa entre a presidente Dilma Rousseff e o papa foi “excelente”.
De acordo com o ministro, a intenção da presidente ao criar  uma aliança para combate à pobreza na África é “transformar coincidência de posições em prática”.

“A ideia é fazer uma grande mobilização internacional. Mas o formato ainda não há. É mais um desejo e encontro de ideia. Não numa perspectiva assistencialista, mas de criar mecanismo de autonomia do povo africano”, disse o ministro.
Carvalho também foi alvo de uma piada papal. Apresentado por Dilma como o responsável pelo elo entre o governo e a igreja, o ministro foi chamado de “espião do Vaticano no governo do Brasil”.
Papa Francisco visita o Brasil

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

ERA UMA VEZ UM PAPA CHAMADO BENTO XVI - A verdade por traz da renuncia de Bento XVI - Observe o Papa e nao o politico -

O  papa mal havia  anunciado a renúncia e ja havia  cardeal  cacarejando  aos  4  ventos a  possibilidade  dele  ser  indicado.
O Cardeal de Aparecida  hoje  na sessão(?)  beija  mão ele  passou  batido sem aquela reverência litúrgica do  cargo.
O Cardeal de Milão tinha  até  torcida organizada, é  o fim da  picada.

Bento XVI dá a  impressão  que envelheceu  10  anos nesses últimos  meses. No popular ele  jogou  a toalha.
O respeito  que era  pouco  se acabou.
Nunca fuI  simpatizante de Bento XVI, mas acho que ele  era  o  cara do  bem, e a  impressão que se tem pelo  menos  aqui O  mal está levando  vantagem. 'AGUARDEMUS PAPA".


Quando  ao video aqui  apresentado  fica a observação  do autor:
Publicado em 13/02/2013
Se você também ficou indignado comente. O papa é conservador quase todos sabem. Nesse vídeo os cardeais o ignoram, o vídeo fala por si só. Eu não desejo entrar em detalhes sobre a atitude tomada por sua santidade mas vejo que há uma corrente dentro da igreja buscando mudanças. 

Tenho opinião que a saída de Bento XVI foi forçada aproveitando a "deixa" de sua debilidade física. Com sua saída, será uma grande oportunidade para a "adaptação aos novos tempos" e ao "mundo moderno" em que vivemos. 

Vejam como os cardeais hoje indiretamente tecem esse comentário e a missa de quarta feira de cinzas onde o papa chama alguns de hipócritas. Eu fico indignado com o vídeo mas de sua opinião a respeito enriqueça com seus comentários.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

PAPA BENTO XVI - VEJA O QUE DISSERAM ALGUMAS AUTORIDADES





Angela Merkel, chanceler alemã










(O pontificado) foi curto, mas muito difícil (...) Respeito profundamente a decisão do papa Bento 16, especialmente tendo em conta que não está em linha com a tradiçãoHernam van Rompuy, presidente do Conselho da União Europeia

E A DIPLOMACIA  BRASILEIRA, DO  MAIOR  PAÍS  CATÓLICO  DO  MUNDO? NÃO TEM NADA A DECLARAR???

Presidente do maior país católico, Dilma mostrou incompetência ao silenciar diante da renúncia do papa

 
 Ucho.info
Boca fechada – O silêncio da presidente Dilma Rousseff diante do anúncio da renúncia de Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, ao seu pontificado não causa qualquer estranheza. 

Dilma jamais exalou qualquer dose de intimidade com a Igreja e ainda guarda mágoa da mensagem enviada por Bento XVI, à época da eleição presidencial, contra o aborto, assunto que colocou a então candidata em situação de dificuldade com o eleitorado.

Considerando que o Brasil é o maior país católico do planeta, Dilma Rousseff, que é presidente de todos os brasileiros, deveria ter se pronunciado, uma vez que nessa tresloucada Terra de Macunaíma o fato dividiu o noticiário com os desfiles de Carnaval, sem contar que foi notícia em todo o mundo.

Essa atitude bisonha de Dilma, que nem ao menos ordenou a algum dos seus estafetas que redigisse e divulgasse uma nota oficial, mostra que, em 2010, sua ida à Basílica de Aparecida foi uma farsa que fazia parte do script da campanha eleitoral.

Dilma é presidente de uma nação, não de um partido político, e omitir-se por questões ideológicas ou pessoais mostra a sua mente tacanha em relação a determinados

Querendo ou não, apesar de todos os escândalos, o Vaticano é um estado e Ratzinger é o seu chefe até o próximo dia 28 de fevereiro.
Até o falastrão Luiz Inácio da Silva, o fujão, que sempre aproveita todas as oportunidades para mostrar que está em franca atividade política, se calou. 

Foi capaz de lamber as botas de Fidel Castro e procurar notícias de um delinquente político como Hugo Chávez, mas nem mesmo enviou uma mensagem ao Vaticano, onde já circulou por interesses políticos.

O PT palaciano continua agarrado à soberba, algo que desaparecerá quando a CNBB, na próxima eleição, se posicionar contra a reeleição de Dilma Rousseff. Pode ser que em tal momento Dilma volte à encenação.

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