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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

SININHO DO BLACK BLOC - Sabe o que falta para a ativista Sininho do black bloc? BADALO.

Quem é Sininho, a ativista que virou personagem nos protestos dos black bloc do Rio

Cineasta intensificou militância após se aproximar de grupos anarquistas em 2012

 

Quem é Sininho, a ativista que virou personagem nos protestos dos black bloc do Rio Fernando Frazão/ABR
A jovem porto-alegrense deixou o Estado com a mãe, aos 11 anos 
Foto: Fernando Frazão / ABR
Carlos Etchichury | Enviado Especial, Rio de Janeiro

Personagem nos protestos violentos ocorridos no Rio de Janeiro (um deles, resultou na morte do cinegrafista da Band Santiago Andrade, atingido por um rojão lançado por um black bloc), a ativista Elisa Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, 28 anos, é de uma família de militantes.

A jovem porto-alegrense, que deixou o Estado com a mãe, aos 11 anos, tem uma história de classe média: frequentou boas escolas, fez política estudantil e mora em Copacabana, um dos metros quadrados mais caros do país. 

Sininho é filha de Antônio Sanzi, dirigente do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, no início dos anos 80, e da psicóloga e professora Rosoleta Moreira Pinto Stadtlander. Na adolescência, ela morou com a mãe e com o padrasto, geólogo da Petrobras, em Macaé, um dos maiores PIB per capita do Rio em função da exploração de petróleo. 

E foi em Macaé, como aluna do tradicional Instituto Nossa Senhora da Glória (INSG)/Castelo, onde cursou o Ensino Fundamental, que Sininho militou pela primeira vez. Como não havia grêmio estudantil na instituição salesiana, coube a ela, nos anos 90, organizar alunos para atuar em manifestações com outras entidades estudantis.

— Vim de uma família de petistas
 — costuma falar ao justificar o engajamento.

Aos 16 anos, quando passou um ano com o pai, em Porto Alegre, Sininho tornou-se presidente do grêmio estudantil do colégio Dom Bosco. A dedicação à causa teve um custo: foi reprovada no primeiro ano do Ensino Médio.

— Sempre estive ao lado dos movimentos sociais e dos professores. Mas como sou muito intensa, acabei descuidando com os estudos — confidencia a amigos. 

De volta a Macaé, cursou supletivo para concluir o Ensino Médio. Em 2006, ingressou no Curso de Cinema da Universidade Estácio de Sá. Afastou-se do centros acadêmicos, e mergulhou nos estudos no apartamento locado pela família em Rio Comprido – mesmo bairro da Estácio.

— Na faculdade, ela era uma menina espevitada, posicionada politicamente, muito doce e querida. Era superintensa com as experiências práticas do curso. Não lembro da Elisa como militante de alguma organização — recorda a amiga Raquel Corrêa, 27 anos, que chegou a viajar com Sininho para Macaé e Búzios.

Após a formatura, Sininho trabalhou com pelo menos quatro produtoras de filmes e de comerciais. E passou a viver um dilema:

— Eu não me sentia feliz fazendo propaganda para o capitalismo.


Sócio de uma produtora ouvido por Zero Hora lembra que, após dois meses de trabalho auxiliando na locação de cena para comerciais, ela pediu demissão, há dois anos:

— Ela estava visivelmente incomodada. Não tinha o perfil que buscávamos.

Em 2012, a família adquire um apartamento em Copacabana, e Sininho se muda para a Zona Sul. É o período que coincide com a transformação do comportamento dela.

Aproxima-se de ativistas da Frente Independente Popular e da Organização Anarquista Terra e Liberdade
(grupos de orientação anarquistas, ultrarradicais, que defendem o emprego de métodos violentos de luta). Torna-se voz ativa em assembleias populares, realizadas em quatro bairros do Rio. Com a explosão dos protestos, em junho, assume a liderança não oficial em manifestações. De rosto limpo, mas sempre próxima de radicais mascarados, vocifera contra a imprensa e os policiais.

— Ela se destacava porque era articulada, mas só ganhou importância no Ocupa Câmara — diz uma advogada ativista dos direitos humanos ouvida por Zero Hora.

O Ocupa Câmara foi uma invasão à Câmara de Vereadores do Rio, em agosto. Durante o período, iniciado na CPI dos Ônibus, Sininho postou vídeos em redes sociais denunciando ameaças que ela e o namorado vinham sofrendo.

— Ela tem uma condição social boa, que a permite ficar sem emprego fixo. Com tempo livre, acabou aparecendo mais — complementa a mesma advogada.

O apelido Sininho surgiu durante a ocupação. Como todos os invasores tinham apelidos, coube a Elisa, cabelos curtos, aparência frágil, a alcunha de Sininho (ou Tinker Bell) – nome da travessa, irritadiça e solidária fadinha amiga de Peter Pan, na Terra do Nunca. Elisa gostou.

— É bonito o carinho que tiveram comigo — diz aos amigos.

Mas repete:

— Só não vivo na Terra do Nunca.

A ativista diz lutar por um “país livre”, garante que não é anarquista (mas prega o apartidarismo) e assegura que vai a protestos “de cara limpa” (verdade)¹, e de “forma pacífica”. Embora não agrida ninguém, está sempre com mascarados que praticam táticas black bloc.

Se o reconhecimento entre os militantes estava garantido, faltava visibilidade. E ela veio com uma confusão entre PMs e mascarados, apoiados por Sininho, após uma passeata pacífica de professores no Centro do Rio, em outubro. Ao todo, 64 adultos - Sininho entre eles - foram presos e 20 adolescentes apreendidos.

Nos quatro dias que esteve em um presídio, no complexo prisional de Bangu, a jovem, primeiro, dividiu uma cela com oito criminosas. Num segundo momento, permaneceu com outras duas militantes, que ela define como “presas políticas”. Apesar dos direitos democráticos assegurados, do funcionamento pleno da Justiça, da liberdade de expressão garantida e de quase 30 anos de manutenção da democracia no Brasil, a ativista chama os detidos, envolvidos em atos de vandalismo, de presos políticos. São 81 no Rio desde julho.

Ao sair da prisão, viajou para Porto Alegre e participou de assembleia do Bloco de Luta pelo Transporte Público.

— A luta de Porto Alegre nos inspira. É uma cidade muito politizada. Até escolas particulares têm grêmio estudantil — costuma repetir.

A partir daqueles episódios, passou a brilhar em assembleias populares (eventos públicos que reúnem ativistas).

— Quando você vê as classes se mobilizarem, já é uma vitória. Não vamos fazer uma revolução em seis meses, mas colocamos uma plantinha e, aos poucos, com luta...

Mas revolução para implantar o que no Brasil? Socialismo? Anarquismo? Sininho tem dificuldades em expressar o que defende. Não há em todo o planeta um só país que sirva de inspiração para ela.

— É complicado de falar nisso. Não sei definir bem. Só escrevendo.

Entre advogados voluntários, integrantes do movimento Habeas Corpus, a credibilidade de Sininho foi arranhada recentemente. Em janeiro, os profissionais, que se dispõem a defender manifestantes detidos pela polícia em protestos, foram mobilizados pela ativista detida por chamar um policial de “macaco”. O PM havia prendido um jovem, supostamente manifestante, que estava fumando maconha.

Agora, a mais nova enrascada na qual Sininho está metida é a suspeita de que esteja arrecadando dinheiro para financiar protestos violentos. Uma tabela, distribuída por Sininho pelo Facebook, foi divulgada pela revista Veja com o nome de doadores (entre eles, dois vereadores do PSOL, um magistrado e um delegado da Polícia Civil) e o respectivo valor pago por eles. Pelo Facebook, Sininho, que atualmente trabalha com o jornal alternativo Nova Democracia, confirmou as contribuições, mas diz que o dinheiro não foi usado nos protestos. Os recursos teriam sido empregados num evento social.

Para a psicóloga Rosoleta, mãe de Sininho, a filha está fazendo “história” e abusos são cometidos “pela polícia”.

— Sempre teve na história brasileira, de todo o mundo, estudantes lutando por melhores condições de saúde, de educação. Sempre teve. Eu sei que a minha filha participa, como tantos outros jovens, de movimentos legítimos pela educação, pela saúde. Só posso dizer que, às vezes, a polícia vem para cima e muitas pessoas de bem, como professores, médicos e os próprios jornalistas, apanharam da polícia. A polícia parece despreparada para este tipo de movimentos. Ela não pertence a partidos políticos. Ela não quer. Como um grupo de jovens de classe média que não estão querendo mais os partidos políticos como se apresentam. Ela é uma pessoa de paz. Está sentindo imensamente esta morte do cinegrafista (Santiago Andrade). Eu sou solidária e estou triste com tudo o que aconteceu.


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Sininho do Black Block não usa varinha de condão  e nem solta estrelinhas,  o que ela  gosta  mesmo  é de  rojão  de vara.
¹ - essa  conversa  mole de participar de  cara  limpa  nas  manifestações  é dissimulação  para  enganar " trouxas de plantão", se infiltra  no meio dos  manifestantes  e de lá manda  seus  gritos  de guerra  confundindo  policia  e  imprensa. Com seu jeito franzino no  meio  da  multidão, não  chama  muito a atenção.
É preciso  dar  um basta  urgente  nisso.
Só o  fato  dela  se  declarar  petista
— Vim de uma família de petistas — costuma falar ao justificar o engajamento.
Não precisa  dizer  mais  nada. 

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

CURITIBA PEDE SOCORRO URGENTE.

Curitiba e  região  metropolitana, computaram 27 mortes  violentas esse  final de semana, sendo que  17 foram assassinadas, 9 morreram em acidentes de trânsito e uma morreu queimada.

Há  registros  que  no  Brasil morrem 50 000 pessoas  por  ano, assassinadas, violência no trânsito, balas perdidas e por aí vai, estupro, furtos e  roubos, arrombamentos, pancadaria...

Se  considerarmos, que  o  PT está há 10 anos  no  poder, a somatória dessas  mortes  podem ultrapassar  500 000. Conseguem imaginar  uma  coisa dessas?

A violência  tem aumentado de forma tão gritante, que  não  existe mais  controle de  nada.
Os únicos  que estão protegidos  por segurança paga  por  nós, é  o maior  bandido  da  história desse  país- LUIZ INÁCIO  LULA DA SIVA. 

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

SÃO PAULO - 256 MORTES DESDE O INICIO DE OUTUBRO.



País da matança
O Brasil não é apenas o país do futebol, da cerveja e do carnaval: é. igualmente, o país da matança. Nesse período de guerra entre o PCC e a Polícia Militar, registraram-se 145 mortes, sendo 90 de policiais. Ao mesmo tempo, as estatísticas sobre assassinatos em todo o país ultrapassam a marca de 50 mil pessoas por ano, o que significa 137 brasileiros assassinados por dia. Não existe guerra no planeta que produza tantas mortes, incluindo-se Iraque, Angola, Chechênia e outras tantas. Há pouco, no Bom Dia, Brasil, informava-se que Fortaleza havia batido um recorde: 800 pessoas assassinadas em 90 dias. Se forem incluídas nessas trágicas estatísticas, as 217 mortes diárias no transito, o país teria 354 mortes violentas por dia.
(Giba Um)


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Acho que  o  tucano, deveria decretar estado de sitio em São Paulo.e solicitar ao exército ajudar na patrulha U R G EN T E M E N T E, porque do jeito que está, pior poderá ficar se o  governo não tomar uma providência.
Onde estão os senadores paulistas, os deputados federais, os deputados estaduais, vereadores OAB, os direitos humanos do governo petista.?
Ah!!! estão ocupados discutindo quem será quem nas eleições de 2014.