terça-feira, 10 de junho de 2014

Holograma na abertura da copa.

Nem só de santinhos e panfletos se faz uma campanha eleitoral. E mesmo quem investe pesado em produção de programas de TV e rádio tem opções para ir além. Novas tecnologias são oferecidas por marqueteiros e empresas de tecnologia que prometem até fazer hologramas de candidatos.

Holograma
A projeção da imagem do candidato, de seu padrinho político ou do símbolo do partido, em movimento, pode ser feita a partir de um caminhão. O recurso também permite transmissão de áudio(GAZETA ONLINE)

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Imaginem , no  dia da  Copa  em vez da Dilma  em pessoa aparecer  por  lá  seu  holograma fazendo  discurso. 

editoria de arte

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GLEISE HOFFMANN - A presidente Dilma Rousseff ofereceu o apoio ao governo do Paraná para enfrentar os problemas decorrentes da forte chuva que atinge o Estado desde o final da semana passada. A CATARATA DO IGUAÇU QUASE TRANSBORDOU DE TANTA ÁGUA E ASSIM SE SUCEDEU EM TODO O SUL E SUDOESTE DO PARANÁ.. SABE DE NADA ESSA MULHER. INDECENTE.!!!

Efeito Gleisi: Paraná recebe R$ 140 mil para socorro às vítimas das chuvas, SC leva R$ 5,38 milhões

gleisi_hoffmann_37Barbie de camelô – Que Gleisi Hoffmann é uma ode à incompetência todos os brasileiros sabem, mas a perseguição a que o Paraná é submetido por obra do Palácio do Planalto é inaceitável. 

Gleisi sonha em tomar o governo do Paraná e por isso está apostando na estratégia rasteira da terra arrasada, como forma de minar seu principal adversário na corrida ao Palácio Iguaçu, o governador Beto Richa (PSDB), que, é bom lembrar, está longe de ser um parente de Aladim, o gênio da lâmpada maravilhosa.
Se retaliação ao Paraná não causa espanto entre os paranaenses, a novidade do momento é que a denúncia da perseguição de Gleisi ao próprio Estado foi assumida pelo grupo que apóia a candidatura do senador Roberto Requião (PMDB), político cujo currículo dispensa maiores apresentações.
A acusação de Requião baseia-se em fato inquestionável e comprovado por números. Paraná e Santa Catarina foram atingidos por enchentes catastróficas nos últimos dias, mas o tratamento dado aos dois estados foi radicalmente diferente. Os paranaenses receberam R$ 140 mil de recursos federais, enquanto os catarinenses levaram R$ 5,38 milhões, ou seja, 38 vezes mais.
Considerando o fato de que Paraná registra até o momento 422 mil pessoas afetadas pelas enchentes, a ajuda financeira federal, se repartida entre a população de flagelados, caberia R$ 0,33 centavos a cada um. O cinismo de Gleisi foi tamanho, que ela teve a desfaçatez de ir até o Palácio Iguaçu, sede do Executivo paranaense, juntamente com o ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, para liberar essa “quantia ridícula”.
As rusgas do governo do Paraná com Gleisi Hoffmann começaram em junho de 2011, quando a senadora foi nomeada para a Casa Civil de Dilma Rousseff. Desde então, as dificuldades do estado com o governo federal só cresceram. O Paraná é o único estado brasileiro que não recebeu os recursos do Proinveste, linha de crédito, criada em 2010, para minimizar os efeitos da crise de 2008.
Embora o estado tenha inclusive recorrido à Justiça para liberar tais recursos, conseguindo três liminares favoráveis no Supremo Tribunal Federal, o desgoverno petista de Dilma continua arrumando artifícios e balbuciando firulas para segurar o dinheiro. É o estilo petista de fazer política levado às últimas consequências.

Gleisi à porta do Palácio Iguaçu: milhões para SC, esmola ao Paraná
Gleisi à porta do Palácio Iguaçu: milhões para SC, esmola ao Paraná

Reinações de Narizinho
Gleisi Hoffmann só esteve ministra por questões partidárias, pois sua incompetência, turbinada pela soberba, é conhecida do Oiapoque ao Chuí. Quando fez piada com escolha de Gleisi para a Casa Civil, o então ministro Nelson Jobim (Defesa) não estava errado, apesar de ter perdido o cargo por falar a verdade.
Arrogante e fiel exemplar do comunista que se esbalda nas benesses do capitalismo, Gleisi tem se mostrado incapaz até mesmo na escolha de assessores e aliados políticos. Enquanto ministra da Casa Civil, a petista levou o pedófilo Eduardo Gaievski para assessorá-la na pasta, sendo responsável pelas políticas do governo federal dedicadas aos menores. Em suma, Gleisi Hoffmann colocou a raposa para tomar conta do galinheiro.
Não bastasse ter guindado um pedófilo à condição de assessor especial, Gleisi elegeu André Vargas para ser o coordenador de sua campanha ao governo do Paraná. Não demorou muito e Vargas foi flagrado pela Polícia Federal, durante a Operação Lava-Jato, em relações nada republicanas com o doleiro Alberto Youssef, preso em Curitiba.
Fora isso, a senadora petista exala o perfume fétido do autoritarismo. Para não ver suas trapalhadas noticiadas neste site, Gleisi decidiu processar o editor, em ato descabido que remete à censura que reinou na era plúmbea brasileira. Como se o Brasil não fosse uma democracia e por aqui não existisse uma legislação vigente, Gleisi optou por processar o jornalista fora do domicílio do mesmo.
O Paraná é um dos mais importantes estados brasileiros e não merece passar por momento tão pobre em termos políticos. Nas eleições de outubro próximo, os paranaenses devem estar cientes de que é preciso escolher o menor dentre os males que se apresentam na cena política. Até porque, nenhum dos candidatos convence ou inspira confiança. 

UNCHO.INFO

BRASIL E CROÁCIA DIA 12/06/2014 - VITÓRIA DO BRASIL?

Brasil Brasil x Croácia Croácia
Li em alguns sites de esporte  por  aí  dando  94% de vitória  para  o  Brasil , empate  4 % e vitória da  Croácia 2% . 
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HAITI - Até o fim de 2013, a operação militar brasileira no país custou R$ 2,1 bilhões.

Operação militar no Haiti custa R$ 1,3 bi em 10 anos

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ClippingA participação de tropas brasileiras na missão de paz do Haiti completa 10 anos neste domingo. A operação militar aumentou a importância do Brasil no cenário internacional e ajudou o Haiti em um período de inúmeras crises políticas e catástrofes naturais. Isso tudo a um custo aproximado de R$1,3 bilhão aos cofres nacionais. Contudo, após uma década no terreno e alguns revezes – sendo o principal deles um terremoto de proporções catastróficas que deixou 300 mil mortos em 2010 – o Brasil e a comunidade internacional enfrentam no país uma fase de fadiga de esforços.

Esse desgaste não é causado por ações de insurgentes, como no início do processo, mas em grande parte por questões burocráticas, políticas e culturais relacionadas ao próprio Haiti, de acordo com analistas. Ao mesmo tempo em que fornece apoio para a solução de uma crise política de grandes proporções – há cerca de dois anos o Haiti tenta sem sucesso eleger um novo Parlamento – e lida com uma epidemia de cólera, a ONU estuda maneiras de começar a se retirar do país em 2016.

Até o fim de 2013, a operação militar brasileira no país custou R$ 2,1 bilhões. Segundo o Ministério da Defesa, 35% desse valor foi reembolsado pela ONU. Ao todo 30 mil militares passaram pela missão e 22 morreram – a maioria durante o terremoto de 2010. Mas apesar das dificuldades, autoridades e especialistas avaliam que a missão tem sido positiva tanto para o Brasil quanto para o Haiti.

 CONTINUA . . .

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Quanto custa eleger um candidato na base da desonestidade, da troca de favores? Veja reportagem do Fantático de ontem 08/06/2014

Assessores e ex-deputado revelam como funciona esquema de corrupção

Fantástico mostra um retrato contundente da corrupção no Brasil, nas palavras de gente que conhece por dentro as tramoias da política.

* vejam a reportagem

O Fantástico mostra um retrato contundente da corrupção no Brasil, nas palavras de especialistas. Gente que conhece por dentro as tramoias da política.
Guarde bem este nome: Cândido Peçanha. Um deputado eleito democraticamente que faz tudo pelo poder. “A compra do voto no dia da eleição sai a R$50, o voto”, afirma.
Não tem honra. “Político não tem remorso. Político tem conta bancária”, destaca.
Não sabe o que é ter escrúpulos. “Existem várias formas de desviar dinheiro público”, revela.
Você saberá tudo sobre esse político. Só não vai conseguir ver o rosto, porque Cândido Peçanha não existe na figura de uma pessoa só. Cândido Peçanha é um personagem criado pelo juiz de direito Marlon Reis para o livro "O Nobre Deputado".
“É a representação de parlamentares que existem, que ocupam grande parte das cadeiras parlamentares do Brasil e que precisam deixar de existir”, afirma Marlon Reis, juiz de direito.

JENNIFER LOPES CANCELA PARTICIPAÇÃO NA ABERTURA DA COPA.

A quatro  dias  do inicio  da  Copa  do  Mundo, a cantora  norte-americana  cancelou  a  vinda  ao  Brasil  para  participar da  cerimônia de  abertura .  
Em nota , a cantora disse  que  não  poderá  vir  ao  Brasil  por "problemas de  produção".