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domingo, 16 de junho de 2013

MINISTÉRIO DA SAÚDE GASTOU US$ 10MILHÕES NA CONSTRUÇÃO DE UM HOSPITAL NA PALESTINA.- 'DINHEIRO DO POVO BRASILEIRO"

 HOSPITAL ESTADUAL PEDRO II

 

Ministro Padilha se emociona na inauguração do hospital na Palestina pago com dinheiro do brasileiro


Enquanto a arrecadação de impostos bate todos os recordes, a saúde publica brasileira está abandonada por esse governo, e como se não bastasse, esse mesmo governo investe o dinheiro público em hospitais em outros paises. Nada contra a ajudar países em dificuldades, mas deixar ao relento o próprio povo e pagar o bem estar de outros como o nosso dinheiro é no mínimo uma falta de respeito, uma humilhação que nos deixa de boca aberta. Como pode um governo construir um hospital na Palestina enquanto os nossos hospitais estão sucateados e não vem nenhum investimento da anos? Pagar US$ 10 milhões em um outro país, é o absurdo do absurdo!
Façamos uma análise do que acontece na saúde pública brasileira enquando o safado do Ministro Padilha se emociona em Dura (Palestina) na inauguração do Hospital onde dos US$ 10 milhões investidos para construi-lo, US$ 4 milhões são provenientes do ministério da saúde, “dinheiro do povo brasileiro”.

No Rio de Janeiro o desespero de uma médica que sozinha deve atender dezenas de pacientes, mostra a realidade que o governo não quer ver ou faz de conta que não vê. Essa heroína denuncia a incompetência e o descaso dessa classe de governantes, mostrando que hospitais do Rio não atendem por falta de médico, camas, medicações e o pior, é que os médicos devem trabalhar em condições sub humanas e recebendo salários de miséria, mas US$ 10 milhões podem ser gastos para construir hospitais em  outro país; e o Governo carioca está preocupado com a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Um absurdo! 
  • No Rio Grande do Norte, o hospital Walfredo Gurgel não tem verbas nem para comprar fio de aço para suturar pacientes que sofreram interventos cirúrgicos, como denuncia o Dr. J. Cavalcanti, que publicou um video choque onde mostra um paciente aberto na sala de cirurgia por falta desse material. “Mas podemos gastar US$ 10 milhões na Palestina”.
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  • Em 2012, Hospital São Paulo cancelou 1500 cirurgias por falta de verbas, pois o Governo Federal não repassou as verbas. Foram incluídas nos US$ 10 milhões para a Palestina?
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  • Em Rondônia, no Hopistal de Base em Porto Velho, mulheres grávidas em trabalho de parto, esperam atendimento deitadas no chão, pois hospital superlotado não tem leitos para atender à população, um escândalo, um crime e um descaso com a população. Será que os US$ 10 milhões poderiam ajudar a melhorar essa situação?
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  • E ainda querem importar médicos cubanos para virem “trabalhar” no Brasil em uma incoerência total ou em algo oculto que a maioria do povo não vê, mas nós sim.
Esses são apenas 4 exemplos, mas que fazem o real retrato do Brasil e de seus governantes no que concerne a saúde pública, mas o pior disso tudo é que o povo brasileiro é passivo e não reage, ficam se lamentando do governo, chorando pelos cantos, mas gritar pro mundo ouvir, ninguém! 
Esse povinho merece o governo que tem, pois enquanto estiverem colocando no poder esses miseráveis e inescrupulosos, nada mudará! 
Enquanto a população não reagir e botar pra fora esses corruptos, nada mudará! Enquanto for permitido que o Bolsa Mendigo continue a eleger pilantras, nada mudará! 
Enquanto o povo escolher o Bolsa sei lá do que, ao invés de trabalhar dignamente, nada mudará – então caros brasileiros, decidam o que é melhor para o País. 
Ou se reage agora ou se calem e aceitem o que está por vir.




segunda-feira, 26 de novembro de 2012

DO ORIENTE MÉDIO PARA O BRASIL

Importando o conflito do Oriente Médio

ABRAHÃO FINKELSTEIN



Por que importar um conflito desta natureza para o Brasil?

Não bastassem os problemas que o Rio Grande do Sul enfrenta, estamos agora sediando o Fórum Social Mundial Palestina Livre, um evento apoiado pelo governo estadual, que de fórum não tem nada. Basta ler o documento central que embasa a realização do mesmo.

Não tem compromisso com a verdade, acusa a única nação democrática da região de promover limpeza étnica, apartheid e outros crimes contra a humanidade.

Não há ali uma única menção à palavra "paz". Só condenação prévia ao Estado de Israel, com quem o Brasil mantém relações diplomáticas e parcerias em várias áreas que envolvem tecnologia e conhecimento.

A comunidade judaica do RS, cuja imigração a este Estado data de mais de cem anos, sente-se desrespeitada e ameaçada, pois para cá acorrerão milhares de militantes comprometidos com uma ideologia odiosa. Já os conhecemos de outros fóruns. Sabemos de seus impropérios, de seus cartazes, das conhecidas faixas e passeatas antissemitas e de seu apoio explicito à destruição de Israel.

Porque importar um conflito desta natureza para o Brasil? Ele será resolvido aqui em Porto Alegre? A quem interessa acirrar os ânimos de duas comunidades que vivem em harmonia desde sempre? Quem está pagando a conta de toda esta movimentação?

Até hoje o Estado Palestino não foi proclamado por decisão dos próprios palestinos, que exigem uma série de concessões inadmissíveis e que comprometeriam a segurança de Israel e, ainda mais, sua própria existência. Os palestinos apoiaram todas as guerras contra Israel e perderam. É o primeiro caso na história em que o vencido quer impor suas regras ao vencedor.

O objetivo deste Fórum, apoiado pelo governo do estado, é claro: dar apoio à construção de um Estado palestino sobre as ruínas de Israel. Não conseguiram até agora e não conseguirão jamais. Israel sabe se defender e só por esta razão ainda existe.

Abrahão Finkelstein é empresário.