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domingo, 7 de outubro de 2012

ELEIÇÕES 2012 EM ARAPONGAS PR

Padre Beffa é eleito prefeito em Arapongas

O candidato Padre Beffa (PHS) é o novo prefeito de Arapongas. Ele foi eleito com 47,88% dos votos. A apuração das urnas foi concluída por volta das 18h30 deste domingo (7) na Cidade dos Pássaros.

Waldyr Pugliesi (PMDB) ficou na segunda colocação com 21,43% dos votos.

Sérgio Onofre (PSD) terminou em terceiro lugar com 19,89% dos votos.

Na quarta colocação, Graça Júnior (PR) somou 10,81%.


* * * 
Nas urnas apuradas: 15,91% ausentes 84,09% votantes

Prefeito

E Eleito- Re Reeleito - 2ºT 2º Turno
  • Foto de Padre Beffa Padre Beffa PHS E 47,88% 29.847 votos
  • Foto de Waldyr Pugliesi Waldyr Pugliesi PMDB 21,43% 13.360 votos
  • Foto de Sergio Onofre Sergio Onofre PSD 19,89% 12.397 votos
  • Foto de Graça Junior Graça Junior PR 10,81% 6.737 votos
  • Brancos 2,27% (1.509)
  • Nulos 4,02% (2.672)
  • Votos válidos 93,71% (62.341)

Vereadores


  • Todos os candidatos
  • Candidatos por partido
  • Candidatos por coligação
Clique empara trazer seus vereadores favoritos para o topo da listaNúmero de votos

Lita PHS      E                               3.215 (5,24%)

Rubão PP      E 2.423 (3,95%)

Toninho da Saúde PSC        E 1.780 (2,90%)

Dr. Valdecir PSDB           E 1.643 (2,68%)

João Graça PDT 1.559 (2,54%)

Jair Milani PP          E 1.439 (2,34%)

Margareth Pimpão Giocondo PSD   E         1.407 (2,29%)

Adauto Fornazieri PSC          E 1.350 (2,20%)

Irondi Pugliesi PMDB     E 1.173 (1,91%)

Angélica Enfermeira PSC    E 1.156 (1,88%)

Miguel Messias PMDB     E 1.151 (1,87%)

Maringá PPS     E 979 (1,59%)

Osvaldinho PPS    E 938 (1,53%)

Tico do Bar PDT 920 (1,50%)

Flavia Maziero PPS 899 (1,46%)

Lucas Correa PHS        E 892 (1,45%)

Aroldo Pagan PHS        E 889 (1,45%)

Batata da Charmy PV    E 846 (1,38%)

Vera Oliveira PHS 811 (1,32%)

Fidelis Canguçu PSDC 778 (1,27%)

Toxinha PSD 745 (1,21%)

João Fávero PSD 688 (1,12%)

Jose Mendonça PSB 659 (1,07%)

Professor Wilsinho PSD 642 (1,05%)

Pastor do Mercado PPS 640 (1,04%)

Maria do Carmo Nihei PSC 626 (1,02%)

Cido da Farmacia PMDB 607 (0,99%)

Professora Davina PT 593 (0,97%)

Rodrigo Lima PPS 591 (0,96%)

Oduwaldo Calixto PP 588 (0,96%)

Reivaldo PHS 585 (0,95%)

Nelson Joaquim PSDB 580 (0,94%)

Marcelo Spadão PSC 574 (0,94%)

Cleuza Okuyama PT 566 (0,92%)

Ricardo ed Mota PHS 547 (0,89%)

Terezinha Canassa PDT 540 (0,88%)

Tião do Bom Jesus PMDB 520 (0,85%)

Anderson Silva PHS 507 (0,83%)

Marcio Nicke PPS 499 (0,81%)

Elvira PHS 499 (0,81%)
* * * 

8:00 h- FOI DADA A LARGADA- QUE VENÇA O MENOS PIOR- VAMOS VOTAR? .

 VAMOS VOTAR ? - DANUZA LEÃO

FOLHA DE SP - 07/10

Hoje é dia de festa, e não desperdice o privilégio de escolher os que você acha que vão ser os melhores

Política é coisa complicada, todo mundo sabe, e essa eleição está ainda mais complicada que as outras. A cada vez, segundo os resultados, se tem uma ideia: se os eleitores aprenderam a votar melhor, se já percebem quais candidatos pensam sinceramente em fazer alguma coisa decente pelo país, ou se continuam a votar nos mesmos de sempre, que acabam envolvidos nos escândalos de sempre -aliás, cada vez maiores.

É interessante avaliar até que ponto a propaganda eleitoral funciona. Mais tempo na televisão significa mais votos? Mais cartazes nas ruas quer dizer que a eleição está ganha? A realidade diz que não. Às vezes parece que o eleitor está mandando um recado aos que achavam que a transferência de votos seria automática, mas se houvesse a receita do sucesso tudo seria bem fácil. E o tempo dos marqueteiros parece estar em seus estertores, ufa.

Só quando forem abertas as urnas vamos saber, e muitos eleitores -segundo as pesquisas- parecem estar dizendo "voto em quem quero". Convenhamos, é um progresso. E quando você não tem certeza de em quem deve votar? Alguns preferem os que estão na frente das pesquisas, para estar do lado dos vitoriosos; já outros escolhem seu candidato por eliminação e votam contra um candidato ou contra um partido (ou vários).

Eleição é sempre um dia de grandes emoções. O resultado vai mostrar -mais ou menos- para onde estamos indo, e participar dessa escolha é uma chance que não pode ser desprezada.

Existem os que não têm mais obrigação de votar por terem atingido os 70 anos. Mas como assim? Abrir mão desse direito é desistir de muita coisa, sobretudo de ajudar a melhorar o país -fora a sensação de estar vivo e atuante, o que é muito bom. Eu sempre vou votar, mesmo que o voto venha a ser facultativo.

Vote com sua cabeça, mas também com seu coração, e não importa se seu candidato -segundo as pesquisas- não tem chance de ganhar. O que interessa é a certeza de estar votando bem, naquele que parece ser o melhor, de acordo com a sua consciência.

Complicada é a escolha do vereador; são tantos os candidatos, a maioria deles tão insignificante, com seus slogans bizarros (e sempre com um sambinha ao fundo), que é um problema ter que escolher um deles para nos representar. Algum -ou alguns- deve merecer o voto, mas esses eu não conheço, e votar em branco é uma questão de princípios: eu me recuso.

Então, se esse for também seu caso, escolha uma legenda na qual acredita, vote nela e saia da cabine com o coração leve, com a consciência de ter feito o melhor que podia, e não invente nenhuma desculpa para não votar; votar é bom.

Hoje é dia de festa, e não desperdice o privilégio que é poder escolher os que você acha que vão ser os melhores; vote bem.


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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

ELEIÇÕES 2012- DESPERDÍCIO


Num país onde quase 17 milhões de pessoas (8% da população) vivem em pobreza extrema, com menos de dois dólares por dia (dados da ONU), onde doentes morrem nos corredores de hospitais sem serem atendidos, onde o prazo para uma ressonância magnética pode chegar a seis meses e onde 60 milhões de pessoas não têm saneamento básico (e desses, 30 milhões nas cidades com mais de 100 mil habitantes), o total das despesas das campanhas de 450.271 candidatos, que disputam votos de 140,6 milhões de eleitores, poderão chegar a R$ 4 bilhões, incluindo o segundo turno – e incluindo, por estimativa, o famoso caixa dois. Nas eleições municipais de 2008, os gastos oficiais chegaram a R$ 2,2 bilhões, ou cerca de R$ 3 bilhões, incluindo-se igualmente o caixa dois (Giba Um).