segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Morre o empresário Antônio Ermírio de Moraes Presidente de honra do Grupo Votorantim morreu aos 86 anos
Antônio Ermírio de Moraes, 86 anos, morreu por insuficiência cardíaca
na noite deste domingo em São Paulo. Moraes era presidente de honra do
Grupo Votorantim e morreu em casa, no bairro Morumbi, zona sul da
capital paulista.
O corpo será velado a partir das 9h desta segunda no Salão Nobre do
Hospital Beneficência Portuguesa. O sepultamento será no Cemitério do
Morumbi. Antônio Ermírio de Moraes deixa a mulher, Maria Regina de
Moraes, e nove filhos.
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O texto abaixo faz uma raio-X do que foi a vida do grande homem Antonio Ermírio de Moraes nos últimos anos. Por várias vezes encontrei com Antonio Ermírio saindo do Morumbi pegando a Francisco Morato às 7 horas da manha , bem ali próximo de onde existe uma Agencia do antigo Banespa agora Santander, dirigindo seu Opala Diplomata aparentemente sem segurança nenhum. Apesar de suas empresas,acho que a menina de seus olhos era a Beneficência Portuguesa onde passava grande parte de seu tempo.Passei várias vezes pelo atendimento desse Hospital, eu meus filhos, e todas vezes de crises com a saúde, elas aconteciam sempre à noite e de madrugada, nunca faltava especialistas para o atendimento, principalmente pediatra, ortopedistas.
Alzheimer tira Antônio Ermírio de Moraes do comando do Grupo Votorantim
Edição 1976 de 19 a 25 de maio de 2013
Euler de França Belém
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O texto abaixo faz uma raio-X do que foi a vida do grande homem Antonio Ermírio de Moraes nos últimos anos. Por várias vezes encontrei com Antonio Ermírio saindo do Morumbi pegando a Francisco Morato às 7 horas da manha , bem ali próximo de onde existe uma Agencia do antigo Banespa agora Santander, dirigindo seu Opala Diplomata aparentemente sem segurança nenhum. Apesar de suas empresas,acho que a menina de seus olhos era a Beneficência Portuguesa onde passava grande parte de seu tempo.Passei várias vezes pelo atendimento desse Hospital, eu meus filhos, e todas vezes de crises com a saúde, elas aconteciam sempre à noite e de madrugada, nunca faltava especialistas para o atendimento, principalmente pediatra, ortopedistas.
Alzheimer tira Antônio Ermírio de Moraes do comando do Grupo Votorantim
Edição 1976 de 19 a 25 de maio de 2013
Euler de França Belém
O empresário Antônio Ermírio de Moraes, 85 anos em junho, responsável
pelo crescimento e consolidação do Grupo Votorantim, principal indústria
produtiva do país, está com Alzheimer e não sai mais de casa. A
história está relatada no excelente livro “Antônio Ermírio de Moraes —
Memórias de um Diário Confidencial” (Planeta, 350 páginas), de José
Pastore, Ph.D em sociologia pela Universidade de Wisconsin e professor
da Universidade de São Paulo (USP). É mais um depoimento — muito bem
feito — do que uma biografia.
Workaholic assumido, Antônio Ermírio trabalhava nas várias empresas do grupo e, sem receber um centavo, dava expediente diário na Beneficência Portuguesa, um dos melhores hospitais do país. Aos poucos, embora o homem permanecesse decidido, seu organismo foi cedendo a uma série de doenças. Em 1998, diagnosticada “uma fraqueza em seu coração”, teve de colocar marca-passo. “Estou me sentindo como um garoto, vou já para o escritório”, disse. Tinha 70 anos. Mas, conta Pastore, “ficou frustrado ao saber que o marca-passo o impediria de visitar as salas-forno da fábrica de alumínio devido à presença de alta voltagem e muita magnetização. Não gostou dessa restrição, pois fazia parte de sua rotina fazer verificações pessoais de todos os equipamentos da CBA”.
Em 2004, aos 76 anos, foi operado de um tumor maligno no intestino pelos médicos Angelita Habr e Joaquim Gama Rodrigues. “Mas houve graves sequelas que decorreram de um pós-operatório complicado e marcado por inúmeros episódios de hipertensão. Vi que os médicos estavam aflitos. Não conseguiam baixar a pressão. Temiam um derrame cerebral a qualquer momento.”
Antônio Ermírio era muito resistente e sempre surpreendia os mais jovens, que não conseguiam acompanhar seu pique. Porém, depois da cirurgia, Pastore diz que passou a perceber no empresário “nítidos sinais de cansaço”. O dirigente do Votorantim “passou a se deitar durante o expediente de trabalho — coisa inédita. Já não conseguia esconder seu estado de prostração. O quadro foi se agravando. Junto com isso, acentuaram-se os lapsos de memória que já eu vinha observando havia muito tempo. Preocupei-me com o novo quadro, porque o esquecimento foi se acentuando dia a dia”, relata Pastore.
Os médicos descobriram que havia dois males: hidrocefalia (excesso de líquido na caixa craniana) e Alzheimer. Em 2006, médicos de Cleveland, nos Estados Unidos, implantaram uma válvula no crânio de Antônio Ermírio “para drenar o excesso de líquido”.
No entanto, o quadro só melhorou nas primeiras semanas. “Apesar de vários ajustes na válvula, os resultados continuaram decepcionantes. Foi tudo muito triste. Antônio foi perdendo os movimentos das pernas. O problema se agravou com espantosa rapidez. A hidrocefalia lhe tirou a capacidade de caminhar, levando-o à cama, e o Alzheimer tirou-lhe a capacidade de acompanhar o cotidiano.”
Antônio Ermírio está(va) vivo, mas não é, claro, o mesmo homem de antes — aquele que, no auge de sua energia, dizia que queria morrer trabalhando. Pastore registra: “Foi um destino cruel. Duas doenças se irmanaram para aniquilar o dinamismo e a criatividade de um homem inteligente, permanentemente animado e que sempre pediu a Deus para que o mantivesse trabalhando até os últimos dias de sua vida”.
Uma das qualidades do empresário era sua excelente memória, mas o Alzheimer a devorou. “Hoje”, conta Pastore, Antônio Ermírio “pouco reage”.
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Workaholic assumido, Antônio Ermírio trabalhava nas várias empresas do grupo e, sem receber um centavo, dava expediente diário na Beneficência Portuguesa, um dos melhores hospitais do país. Aos poucos, embora o homem permanecesse decidido, seu organismo foi cedendo a uma série de doenças. Em 1998, diagnosticada “uma fraqueza em seu coração”, teve de colocar marca-passo. “Estou me sentindo como um garoto, vou já para o escritório”, disse. Tinha 70 anos. Mas, conta Pastore, “ficou frustrado ao saber que o marca-passo o impediria de visitar as salas-forno da fábrica de alumínio devido à presença de alta voltagem e muita magnetização. Não gostou dessa restrição, pois fazia parte de sua rotina fazer verificações pessoais de todos os equipamentos da CBA”.
Em 2004, aos 76 anos, foi operado de um tumor maligno no intestino pelos médicos Angelita Habr e Joaquim Gama Rodrigues. “Mas houve graves sequelas que decorreram de um pós-operatório complicado e marcado por inúmeros episódios de hipertensão. Vi que os médicos estavam aflitos. Não conseguiam baixar a pressão. Temiam um derrame cerebral a qualquer momento.”
Antônio Ermírio era muito resistente e sempre surpreendia os mais jovens, que não conseguiam acompanhar seu pique. Porém, depois da cirurgia, Pastore diz que passou a perceber no empresário “nítidos sinais de cansaço”. O dirigente do Votorantim “passou a se deitar durante o expediente de trabalho — coisa inédita. Já não conseguia esconder seu estado de prostração. O quadro foi se agravando. Junto com isso, acentuaram-se os lapsos de memória que já eu vinha observando havia muito tempo. Preocupei-me com o novo quadro, porque o esquecimento foi se acentuando dia a dia”, relata Pastore.
Os médicos descobriram que havia dois males: hidrocefalia (excesso de líquido na caixa craniana) e Alzheimer. Em 2006, médicos de Cleveland, nos Estados Unidos, implantaram uma válvula no crânio de Antônio Ermírio “para drenar o excesso de líquido”.
No entanto, o quadro só melhorou nas primeiras semanas. “Apesar de vários ajustes na válvula, os resultados continuaram decepcionantes. Foi tudo muito triste. Antônio foi perdendo os movimentos das pernas. O problema se agravou com espantosa rapidez. A hidrocefalia lhe tirou a capacidade de caminhar, levando-o à cama, e o Alzheimer tirou-lhe a capacidade de acompanhar o cotidiano.”
Antônio Ermírio está(va) vivo, mas não é, claro, o mesmo homem de antes — aquele que, no auge de sua energia, dizia que queria morrer trabalhando. Pastore registra: “Foi um destino cruel. Duas doenças se irmanaram para aniquilar o dinamismo e a criatividade de um homem inteligente, permanentemente animado e que sempre pediu a Deus para que o mantivesse trabalhando até os últimos dias de sua vida”.
Uma das qualidades do empresário era sua excelente memória, mas o Alzheimer a devorou. “Hoje”, conta Pastore, Antônio Ermírio “pouco reage”.
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014
APENAS OS FORTES SOBREVIVEM - BILLY PAUL - ONLY THE STRONG SURVIVE
Apenas os fortes sobrevivem
Eu vejo você, sentado lá,totalmente só
Chorando compulsivamente
Enquanto tudo está indo errado
Você sabe que haverá
Um monte de problemas em sua vida
Me escute, levante-se
Pois, apenas os fortes sobrevivem
Apenas os fortes sobrevivem
Apenas os fortes sobrevivem
Hey, você tem que ser forte
Você tem que segurar
Eu disse não desista
Eu disse não ande por aí
De cabeça baixa
Não deixe com que eles o faça sentir-se como um
palhaço Há várias oportunidades
Lá fora, esperando por você
Mas você nunca terá sucesso se você tiver desistido
E dizer que sua vida acabou
Escute por um minuto e eu lhe digo
Apenas os fortes sobrevivem
Apenas os fortes sobrevivem
Hey, você tem que ser forte
Você tem que segurar
Você tem que ser homem, tomar uma posição
Apenas os fortes sobrevivem
Apenas os fortes sobrevivem
Os fracos caem ao longo do caminho
Você tem que segurar
Você tem que continuar, continuar
continuar, continuar, continuar...
Pois, apenas os fortes sobrevivem
Apenas os fortes sobrevivem
Os fracos caem ao longo do caminho
Você tem que ser forte
Você tem que segurar
Você tem que continuar
Apenas os fortes sobrevivem
Apenas os fortes sobrevivem
Os fracos caem ao longo do caminho
Você tem que segurar
Você tem que ser forte
Você tem que ser homem
Você tem que tomar uma posição
Apenas os fortes sobrevivem
Apenas os fortes sobrevivem
Os fracos caem ao longo do caminho
Você tem que continuar segurando, segurando firme
Se ligue, saia dessa, se segure
Faça isso
Pegue o ônibus na parada
E lá nós vamos
Atravessar a ponte
Faça isso
Não se preocupe se adoecer
Apenas ache o remédio e se torne forte
Faça isso e acreditarei em você
Mantenha sua mensagem na música
Você quer permanecer por perto
Sobreviver, sobreviver, nõs dizemos, nós podemos
E dividiremos nossa música com todo mundo
Veja que a música está mais forte
Preparando para receber o conhecido som de Billy
Tenha sucesso, continue indo
Tenha sucesso, continue segurando
Tenha sucesso, continue alcançando
Tenha sucesso, continue saindo dessa
Os fortes sobrevivem
Mantenha viva sua família
Apenas os fortes sobrevivem
Permaneça vivo
Apenas os fortes sobrevivem
OLIGARQUIA. BRASIL.
O que é Oligarquia:
Oligarquia é um termo que tem origem na palavra grega "oligarkhía" cujo significado literal é “governo de poucos” e que designa um sistema político no qual o poder está concentrado em um pequeno grupo pertencente a uma mesma família, um mesmo partido político ou grupo econômico.
A oligarquia é caracterizada por pequeno grupo que controla as políticas sociais e econômicas em benefício de interesses próprios.
O termo é também aplicado a grupos sociais que monopolizam o mercado econômico, político e cultural de um país, mesmo sendo a democracia o sistema político vigente. Pode ser, por exemplo, quando os militantes de um mesmo partido político ocupam os mais altos cargos do governo.
Atualmente são vistos como formas de oligarquia alguns grupos não institucionalizados como por exemplo: partidos políticos, classes sociais, associações e famílias.
De acordo com Aristóteles e a sua divisão de formas de Estado, a oligarquia é contemplada como uma depravação da aristocracia, onde o poder é exercido para o benefício de um grupo ou classe e não da população em geral.
Uma das expressões mais conhecidas deste sistema político foi a oligarquia espartana, também conhecida como oligarquia militar. Esparta era regida por dois reis (diarquia) e foi controlada por um pequeno grupo de famílias mais importantes.
Neste período, a região Sudeste do Brasil foi extremamente favorecida com esse sistema enquanto as restantes regiões receberam pouco ou nenhum investimento. Por esse motivo, surgiram as oligarquias dissidentes, nas regiões do Sul e Nordeste, que lutavam e conspiravam contra as forças políticas paulistas e mineiras.
A oligarquia é caracterizada por pequeno grupo que controla as políticas sociais e econômicas em benefício de interesses próprios.
O termo é também aplicado a grupos sociais que monopolizam o mercado econômico, político e cultural de um país, mesmo sendo a democracia o sistema político vigente. Pode ser, por exemplo, quando os militantes de um mesmo partido político ocupam os mais altos cargos do governo.
Atualmente são vistos como formas de oligarquia alguns grupos não institucionalizados como por exemplo: partidos políticos, classes sociais, associações e famílias.
De acordo com Aristóteles e a sua divisão de formas de Estado, a oligarquia é contemplada como uma depravação da aristocracia, onde o poder é exercido para o benefício de um grupo ou classe e não da população em geral.
Uma das expressões mais conhecidas deste sistema político foi a oligarquia espartana, também conhecida como oligarquia militar. Esparta era regida por dois reis (diarquia) e foi controlada por um pequeno grupo de famílias mais importantes.
Oligarquia no Brasil e República Velha
Com o fim do regime monárquico e Proclamação da República em 1889, o Brasil passou a ser governado por uma oligarquia. Até o ano de 1930, o governo representava uma elite de grandes proprietários rurais de agricultura e pecuárias. Eram conhecidos como coronéis e dominavam a produção de café (em São Paulo) e de leite (em Minas Gerais), nos dois estados mais ricos e com o maior eleitorado do país. Nesse sistema, também conhecido como política do café com leite devido a alternância de poder entre MG e SP, o poder estava concentrado em famílias ricas formando uma oligarquia cafeeira e controlando as eleições.Neste período, a região Sudeste do Brasil foi extremamente favorecida com esse sistema enquanto as restantes regiões receberam pouco ou nenhum investimento. Por esse motivo, surgiram as oligarquias dissidentes, nas regiões do Sul e Nordeste, que lutavam e conspiravam contra as forças políticas paulistas e mineiras.
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quinta-feira, 21 de agosto de 2014
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
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